quinta-feira, 6 de junho de 2013

Uma nova aventura


Este post vai fugir do padrão do blog, mas por uma boa razão. Semana passada iniciei a maior aventura de todas, o casamento!

Estivemos juntos nos últimos 8 anos entre namoro e noivado, e finalmente somos um casal casado.

Foram muitos momentos compartilhados até chegarmos aqui, nesta história que começou na escola e foi retomada 12 anos depois. Apesar de só oficializada agora, esta união já nos fez dividir muita alegria e alguma tristeza, reforçando sempre nossos laços.

Durante o mês de maio uma quase interminável maratona de preparativos nos tirou o tempo, a energia e quase a sanidade, mas no fim deu tudo certo. A decoração da festa, brindes e muitos detalhes foram feitos por nós, o que demandou bastante tempo e trabalho.

Nossa cabeça ficou tão baratinada  neste processo que me esqueci de fazer o último post da parceria com o Skyscanner. Peço desculpas aos nossos amigos do buscador por isso.

O casamento

A parte oficial aconteceu dia 29/05 no cartório, apenas com a presença das famílias, e  foi comemorada no mesmo dia apenas com um chopp simbólico.

Oficialmente casados.
 No dia seguinte, nos reunimos com parentes a amigos em uma grande bagunça para juntos celebrarmos esta nova etapa de vida. Fico feliz de poder dizer que todos aproveitaram bastante, se divertiram e tudo correu da forma mais perfeita possível.

O bolo e os noivinhos. Teria um fusca também, mas desistimos em cima da hora.
Almoço servido, última foto antes da mesa ser totalmente cercada.

A Lua de mel

Ganhamos de presente um pacote de viagem para o Hotel do Ypê, que fica dentro do Parque Nacional de Itatiaia, a 1250 metros de altitude. Nada poderia ser melhor representativo de nosso estilo.

Na varanda da suíte.
 A suíte em estilo rústico tinha vista para um belíssimo vale, e ao fundo a Serra da Bocaina. Contava com lareira, e é claro que fiz questão de usar todas as noites.

Bocaina ao entardecer, vista da varanda.
Lareira em ação.

O pessoal do hotel, sabendo que estávamos em lua de mel, nos deu um presentinho surpresa. Aliás, atendimento de primeira em todos os momentos.

Presente do hotel.
 Não resistimos à tentação de fazer uma trilhinha leve, e visitamos a cachoeira Véu da Noiva, que ficava bem perto do hotel.

Cachoeira Véu da Noiva.
Aproveitamos muito, nos divertimos e foi difícil parar de comer. Mas também com a fartura disponível, seria difícil praticar moderação. Tivemos festival de truta, churrasco na piscina, queijos e vinhos fora as refeições comuns.

Churrasco na piscina, que chato...

Mesa de doces no café da manhã.

A fauna da região

O parque abriga muitas espécies animais, incluindo onças. Uma placa na estrada nos alerta de sua presença.
A placa é auto explicativa.
 No caminho encontramos um gavião pousado bem no meio da pista. Por azar as câmeras estavam dentro das malas e não tivemos tempo de fotografar este belo pássaro.

Por estar em meio à mata, o hotel recebia a visita de várias espécies de pássaros, alguns esquilos e até mesmo um desinibido macaco prego, que apelidamos de Chico.

Após o encontro com o gavião passamos a  andar constantemente com nossas câmeras e assim pudemos registrar bastante coisa.

Cadê o Teco?
Um dos muitos tipos de beija flores que encontramos.
Saíra bandeira, o pássaro mais colorido da viagem.
Jacu nem liga para a nossa presença.
Araçari banana. Este era presença constante.
Outro exemplar.
Ficou desinibido este aí.
Outro beija flor.
Sanhaço divide frutas com algumas saíras.
As saíras fazem a festa com melancias deixadas pelo pessoal do hotel.
Esquilo feliz por ganhar amendoin.
Pica pau subindo apressado o enorme tronco desta árvore.
Chico, nosso amigo ladrão de comida.
Comendo uma folhinha de bambu.
Close.
Acabou ganhando um amendoim.
Na volta para casa já ficamos com saudade destes 4 dias maravilhosos em meio à calmaria da natureza no hotel. Com certeza voltaremos.

Aproveitando que estamos falando de viagens, lembro que um dos melhores lugares para pesquisar passagens aéreas, hotéis e promoções é o Skyscanner. Faça um teste no site e veja por si mesmo.

Uma nova fase se inicia

Além do casamento, outra grande mudança (literalmente) tem tomado nossa atenção. Vamos morar em uma casa, em outro bairro. Não podemos dar maiores detalhes, até porque o imóvel ainda não está liberado para a mudança, que deverá acontecer ainda este mês.

Mas posso adiantar que facilitará em muito as postagens e demonstrações rápidas, assim como os reviews de equipamentos, devido à sua localização rural e espaço da própria casa.

Casa nova, vida nova.
 Peço ainda um pouco de paciência a quem me acompanha, em breve tudo será melhorado no blog. Agradeço novamente a todos pelo apoio, principalmente agora que nos aproximamos dos 200.000 acessos.

Te vejo na trilha!

terça-feira, 14 de maio de 2013

Anorak Trilhas & Rumos

Este é um produto que consta do catálogo da marca já há bastante tempo, sendo velho conhecido de muitos trilheiros e ciclistas. Apesar disso, acho válido passar minhas impressões a respeito de sua funcionalidade, até porque todo verão enfrentamos as chuvas.

Venho usando no dia a dia o abrigo de tempo Anorak selado, da Trilhas & Rumos por quase dois anos, e agora posso emitir uma opinião sem risco de fazer mal julgamento.

Recentemente foi lançado um novo modelo que conta com isolamento térmico, o que na minha opinião é um erro, pois o Anorak desempenha apenas o papel de camada impermeável externa, no princípio das camadas. Deve ser capaz de ser usado no tempo quente ou frio, para tanto variando as camadas internas. Um anorak forrado é demasiado quente para os dias de verão, principalmente no Rio de Janeiro.

Foi esta razão que me fez optar pelo modelo antigo, mais simples.

Características

O anorak é leve, pesando apenas 450g, feito de material bastante resistente a chuva e vento, mas fino e flexível o bastante para que seja confortável de vestir.

Anorak. Sua leveza pode ser notada pelas dobrinhas que faz.


Seu bolso frontal permite que ele se transforme em um pequeno volume para transporte quando não em uso.

Repare o tamanho dele fechado em relação ao cantil.

Possui capuz com elásticos para melhor ajuste à cabeça, além de velcros nos punhos para evitar a entrada de água pelos braços. A cintura também conta com elástico, que pode ser ajustado por meio de um mordedor plástico.

Detalhe do no punho e elásticos no capuz.

A leveza do material requer cuidados, pois uma ponta qualquer que agarre no anorak vai certamente gerar um furo ou rasgo, no entanto, não considero isto um ponto fraco do produto, apenas uma característica.

Uso

O material se mostrou bem resistente a chuvas com e sem vento, e no deslocamento diário com a bike me permitiu sair relativamente ileso de todo o período das chuvas de verão no Rio. Relativamente porque as pernas ficam descobertas. Antes de usar tinha testado em casa, enchendo um pedaço com água no tanque e verificado que não havia vazamento.

O material é tão impermeável que dá para fazer poça no teste do tanque.

Pude também comprovar a eficácia do anorak como barreira de vento, algo muito útil em dias frios com vento, principalmente em atividades como subidas de montanha.

Seu pouco volume me permitiu carregá-lo constantemente em mochilas ou mesmo pochetes grandes de trilha, o que é uma grande vantagem em comparação com outros abrigos, como capas pesadas de chuva.

Conclusão

O anorak da Trilhas & Rumos é um produto útil e acessível, que deve durar bons anos de aventuras.

Sua relação custo x benefício é muito boa, ficando na frente de muitos modelos e marcas mais caras.

A utilidade e conceito de utilização deste tipo de produto já foi debatida no post sobre o princípio das camadas.

Fica a dica para quem está procurando um abrigo de chuva honesto, que possa ser levado no dia a dia.

Te vejo na trilha!
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