<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127</atom:id><lastBuildDate>Sat, 02 Jun 2012 03:00:30 +0000</lastBuildDate><title>O Aventureiro</title><description></description><link>http://www.oaventureiro.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>63</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-8671495381166383873</guid><pubDate>Sat, 26 May 2012 11:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-26T08:30:31.790-03:00</atom:updated><title>Carvão ativado - socorro milagroso</title><description>Quer conhecer um remédio natural barato, facilmente encontrado, sem contra indicações e capaz de neutralizar com eficácia surprendente intoxicações e envenenamentos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o carvão ativado, e seu uso terapêutico é conhecido desde os tempos da Grécia antiga e considerado milagroso.&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-e89lmp_L-iQ/T76VJ3skUCI/AAAAAAAACL8/NbWYVrMyKAE/s1600/IMG_0807.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-e89lmp_L-iQ/T76VJ3skUCI/AAAAAAAACL8/NbWYVrMyKAE/s320/IMG_0807.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O carvão é muito mais que combustível para churrasco.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;O funcionamento&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O carvão é um carbono de alta porosidade, capaz de absorver gases e impurezas, o que o torna excelente como elemento filtrante. Não é sem razão que o utilizamos nos filtros de água em nossas residências e em geladeiras para a eliminação de odores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.smianalytical.co.za/img/electron-microscope-active-carbon.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.smianalytical.co.za/img/electron-microscope-active-carbon.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A porosidade do carvão fica evidente nesta imagem de microscópio. Fonte: &lt;a href="http://www.smianalytical.co.za/water-testing/water-purifiers.html"&gt;SMI Analytical&lt;/a&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O carvão ativado é produzido através da queima incompleta de madeira, geralmente em ambientes com oxigenação insuficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ingerido absorve toxinas e ao ser eliminado nas fezes as leva consigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta afimação pode ser facilmente comprovada acessando &lt;a href="http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/ssaude/saudepessoal/farmacia/inftec-14carvao-ativado.pdf"&gt;este&lt;/a&gt; boletim da secretaria de saúde de Ribeirão Preto. Assim como esta, há referências por toda a rede sobre este eficaz remédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Uso&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Encontrado comercialmente na forma de pó ou comprimidos(mais prático), ele pode ser ingerido mesmo após horas da intoxicação, sendo ainda eficaz. Não existem contraindicações, e tampouco superdosagem, tendo em vista que a substância não é armazenada em nosso corpo. Sua capacidade de absorver toxinas e venenos o torna uma excelente adição ao kit de primeiros socorros de todo trilheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em situações de sobrevivência, em que é frequente a alimentação com vegetais encontrados no local, nem sempre de origem conhecida, ele pode ser a diferença entre uma situação ruim e outra mortal, já que absorve quase toda a toxina, deixando apenas uma pequena fração desta para ser administrada pelo organismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carvão é também utilizado para reduzir gases, no que é igualmente eficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uJTkO9G3dow/T8C8EoeEUKI/AAAAAAAACMU/rUX8kpukopE/s1600/IMG_0544.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-uJTkO9G3dow/T8C8EoeEUKI/AAAAAAAACMU/rUX8kpukopE/s320/IMG_0544.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Comprimidos de carvão ativado.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;É importante lembrar que não se deve fazer uso do carvão logo após a ingestão de outra medicação, pois este tende a neutralizá-la também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Experiências pessoais&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Passei a recomendar o uso do carvão ativado após usá-lo em duas ocasiões distintas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira, há cerca de um ano e meio, nosso Springer Spaniel chamado Orpheu abocanhou um rato esmigalhado que jazia na rua há pelo menos 5 dias, não sendo possível a retirada de sua boca antes que o engolisse. Temendo que o rato houvesse morrido de envenenamento por chumbinho, corri na internet e busquei tratamentos em casos semelhantes. Todas as referências indicavam o tratamento com carvão ativado, que eu já tinha ouvido falar mas havia esquecido. Neste ponto o cachorro já dava sinais de intoxicação, ficando desanimado e procurando um canto para se esconder. Fui imediatamente para a rua, procurar o medicamento. Rodei cerca de 2 quilômetros até encontrar uma farmácia onde achei o carvão, em comprimido&lt;a href="http://www.uniaoquimica.com.br/index.php?option=com_zoo&amp;amp;task=item&amp;amp;item_id=434&amp;amp;Itemid=284&amp;amp;lang=es"&gt;&lt;/a&gt;. Após administrar o carvão ao animal, formos dormir esperando uma melhora no quadro. Pela manhã ele nem dava sinais de ter comido algo indigesto, e não apresentou mais nenhum sintoma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda vez, após comer fora, comecei a ter os sintomas da infelizmente bem conhecida gastroenterite, coisa que me acometia ao menos uma vez ao ano devido a este hábito. Quando já achava que seria inevitável parar em um hospital lembrei da outra ocasião, e fiz uso do mesmo remédio. No dia seguinte já não sentia mais nada, o que quer que tenha acontecido se curou com o carvão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois destes casos estava plenamente convencido da capacidade do carvão ativado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-S6PzBvTvfrg/T8C-Qrwz0-I/AAAAAAAACMc/uuQ26LH9z6o/s1600/Orfeu+e+sua+bola.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-S6PzBvTvfrg/T8C-Qrwz0-I/AAAAAAAACMc/uuQ26LH9z6o/s320/Orfeu+e+sua+bola.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Orpheu está saudável e pode brincar com sua bola.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Detalhe: De lá pra cá usamos diversas outras vezes, principalmente com os cachorros, devido a seu aparentemente inesgotável apetite por porqueiras largadas na rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Eu uso e recomendo o carvão ativado como tratamento para intoxicações, o baixo preço e longa durabilidade o tornam ideal para estar no kit de todo trilheiro, e sua ausência total de contraindicações o torna bom para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Atenção&lt;/span&gt;: A composição de alguns comprimidos de carvão ativado pode conter açúcar, cabe aos diabéticos atentar para este detalhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-8671495381166383873?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2012/05/carvao-ativado-socorro-milagroso.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-e89lmp_L-iQ/T76VJ3skUCI/AAAAAAAACL8/NbWYVrMyKAE/s72-c/IMG_0807.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-3361233609798531365</guid><pubDate>Tue, 17 Apr 2012 16:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-17T13:49:01.002-03:00</atom:updated><title>Homenagem ao mestre</title><description>Há 8 dias perdi meu pai, um cara divertido, alto astral, farrista, companheiro e amigo de todas as horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua partida precoce nos pegou de surpresa, deixando parentes e amigos incrédulos. Foi vitimado por um sorrateiro e fulminante câncer no fígado, que não nos deu chance alguma de luta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou tentando levar a vida da mesma maneira que antes, com os mesmos sonhos e planos, apesar da dor e saudade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que haverão momentos difíceis pelo caminho. Afinal são muitas datas e momentos especiais em que ele sempre esteve ao meu lado, e agora não estará mais. Infelizmente ele não estará comigo em meu casamento no ano que vem, e isto me entristece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu pai sempre me apoiou em tudo, mesmo quando ficava em casa preocupado, nunca desestimulou minhas trilhas e aventuras, e foi um dos principais incentivadores quando manifestei o interesse em começar este blog. Muitas das postagens acabavam virando tema de conversas com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças à vida inteira com um pai engenheiro, aprendi o que hoje conheço de mecânica, eletricidade e outras utilidades do dia a dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com seu jeito particular e didático de conversar, passou muito conhecimento em variados campos não só para mim, mas para todos que mantinham contato com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incansável, sempre organizava churrascos onde chamava as pessoas, fazia compras e eu pilotava a churrasqueira. Nestas inúmeras bagunças conquistou muitos amigos, de origens e faixas etárias diversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta figura animada e simpática fará falta na vida de muitos, e na minha em particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou grato por ter tido a oportunidade de crescer com este cara, de conviver com ele da maneira que sempre fiz, por ter uma família muito especial e&amp;nbsp; merecer o carinho e apoio de tantos amigos nesta hora difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor homenagem que posso prestar a este pai amigo, mestre e herói é perseguir meus objetivos com ainda mais afinco, nunca desistir dos meus sonhos e alcançar minhas metas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5EIpaoW6xLs/T42aLzJszYI/AAAAAAAACGQ/BApQRar63w4/s1600/vida.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-5EIpaoW6xLs/T42aLzJszYI/AAAAAAAACGQ/BApQRar63w4/s400/vida.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Uma foto que representa bem o que ele sempre foi, com uma citação comum dele. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha, pai!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-3361233609798531365?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2012/04/homenagem-ao-mestre.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-5EIpaoW6xLs/T42aLzJszYI/AAAAAAAACGQ/BApQRar63w4/s72-c/vida.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>18</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-8002861522014614911</guid><pubDate>Wed, 28 Mar 2012 22:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-28T19:53:58.697-03:00</atom:updated><title>George Washington Sears - O Nessmuk</title><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-XsS9SjAN4Kw/T3OGg4qiq4I/AAAAAAAACDk/QVmNRyaras8/s1600/nessmuk.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-XsS9SjAN4Kw/T3OGg4qiq4I/AAAAAAAACDk/QVmNRyaras8/s320/nessmuk.jpg" width="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Foto de George Sears com seu rifle.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No mundo do bushcraft temos várias referências e personagens importantes. Um deles é o tema deste post.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;George Washington Sears nasceu em Massachusetts, em 02 de dezembro de 1821, o mais velho de 10 irmãos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Durante sua infância um índio velho amigo da família se afeiçoou a ele, e o ensinou a caçar, pescar e acampar. Anos mais tarde, em sua homenagem, George adotou seu nome como pseudônimo em seus livros e nos artigos que escrevia para a revista Forest and Steam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sears acreditava que estar ao ar livre trazia muitos benefícios para a saúde, e sendo um homem pequeno, com 50 quilos, procurou provar que camping, canoagem e outras artes mateiras não eram privilégio de homens durões com aparência de lenhadores, o estereótipo do pioneiro americano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ávido campista, Sears costumava se aventurar em expedições de caça e pesca em Michigan, e aos 19 anos se alistou em um baleeiro para uma viagem com destino ao Pacífico Sul por 3 anos. Era 1841, o mesmo ano em que Hermann Melville(autor de Moby Dick) partia do mesmo porto, para as mesmas áreas de pesca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ao voltar, sua família se muda para a Pensilvânia, onde ele passará o resto de sua vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sears, aos 59 anos, sofrendo de asma e tuberculose, convence o famoso fabricante de canoas J. Henry Rushton, de Nova Iorque, a fabricar uma canoa solo leve o bastante para ser carregada por ele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nesta época as canoas eram grandes e pesadas, e a dele tinha apenas 2,70m e pesava 5 quilos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Com ela, aos 62 anos, Sears completou uma viagem de 428km pelos Adirondacks, inaugurando o conceito de camping ultra leve.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ao longo de toda a década de 1880 seus artigos para a revista Forest and Steam enfocavam as expedições a bordo de canoas solo, com altas doses do que posteriormente se convencionou chamar de conservacionismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em 1884 escreve o livro Woodcraft, que ainda hoje é impresso. Nele Sears resume as técnicas e ferramentas usadas em sua vida de aventuras, o que nos dá um fascinante panorama da vida ao ar livre em sua época.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No livro, aparecem desenhadas duas ferramentas cujo desenho é atribuído a ele. Uma faca utilitária, e uma machadinha de duplo fio. Segundo Sears, esta combinação seria melhor empregada do que as grandes e pesadas bowies que eram populares à época.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="font-family: inherit; margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-z9h7ZlCH8Ag/T3OGf9m8MbI/AAAAAAAACDc/VCq9j94mrXE/s1600/NessmukTrio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-z9h7ZlCH8Ag/T3OGf9m8MbI/AAAAAAAACDc/VCq9j94mrXE/s320/NessmukTrio.jpg" width="280" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ilustração no livro Woodcraft mostrando as ferramentas de sua escolha.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Não se sabe se a  criação da faca é dele, na verdade além da ilustração não há qualquer  prova de que esta lâmina tenha existido realmente, mas Sears era  conhecido por encomendar lâminas de acordo com suas especificações, como  é o caso de sua machadinha.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Esta foi &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;encomendada a um fabricante de materiais cirúrgicos de Nova Iorque, e é possível que a faca tenha sido encomendada a este também.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Seja como for, a faca de Nessmuk hoje é reproduzida por uma infinidade de cuteleiros pelo mundo, e alguns alegam que sua geometria a tornam boa para uso até mesmo nas tarefas de cozinha, devido à curvatura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="font-family: inherit; margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-pbd6uQB1eH4/T3OGdQM34jI/AAAAAAAACDM/TPnxEbPjVn8/s1600/ElkNessie4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="202" src="http://3.bp.blogspot.com/-pbd6uQB1eH4/T3OGdQM34jI/AAAAAAAACDM/TPnxEbPjVn8/s320/ElkNessie4.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Versão moderna da faca de Nessmuk. Fonte: Google Images.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sears faleceu em sua casa, em 1 de maio de 1890. Uma montanha no norte da Pensilvânia foi batizada com seu nome.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="font-family: inherit; margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5mZADwxnkh4/T3OGeg5vIaI/AAAAAAAACDU/-3J2hDRs0GM/s1600/NessmukGrave.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-5mZADwxnkh4/T3OGeg5vIaI/AAAAAAAACDU/-3J2hDRs0GM/s320/NessmukGrave.jpg" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Túmulo de George W. Sears. Fonte: Google Images.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nessmuk, como é mais conhecido, se mantém como uma referência no mundo do bushcraft e do pioneirismo, o símbolo de uma época de ouro nas vastidões americanas, e sua história continua inspirando viajantes e aventureiros pelo mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Te vejo na trilha!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-8002861522014614911?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2012/03/george-washington-sears-o-nessmuk.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-XsS9SjAN4Kw/T3OGg4qiq4I/AAAAAAAACDk/QVmNRyaras8/s72-c/nessmuk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-1567803191131388663</guid><pubDate>Mon, 06 Feb 2012 10:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-06T08:47:46.960-02:00</atom:updated><title>Char Cloth ou tecido carbonizado.</title><description>&amp;nbsp;Esta é uma técnica muito antiga, e que continua tão funcional quanto era na época do velho oeste. Consiste em pedaços carbonizados de tecido natural, normalmente algodão, que se incendeiam como uma brasa assim que uma faísca os atinge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto era ideal em um tempo em que não existiam Ferro Rods, e o pioneiro dependia de uma fraca emissão de faíscas produzidas do atrito entre um pedaço de metal e uma pedra como quartzo ou similar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta brasa então era depositada no interior do ninho de fogo que estaria preparado, assim como o resto dos componentes da fogueira, e a partir daí seria apenas questão de alimentar e cuidar do fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os materiais disponíveis hoje em dia não há porque não termos sucesso com este método.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: red;"&gt;Para começar é preciso:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Latinha. Os gringos usam muito a famosa Altoids Tin, mas pode-se usar latas de bala, de Vick, ou mesmo comprar latas para brindes de festa, como eu fiz, e paguei 19 centavos. A escolha é individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Tecido natural. O método mais simples e garantido é pegar uma camiseta de algodão velha, mas pode-se e deve-se experimentar outras coisas, como sisal, palha, etc, inclusive é muito comum o uso de cordas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-C3vGzEH3Eww/TyqPDzBKwaI/AAAAAAAAB7w/tEfZc2TGWPI/s1600/IMG_0371.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-C3vGzEH3Eww/TyqPDzBKwaI/AAAAAAAAB7w/tEfZc2TGWPI/s320/IMG_0371.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Camiseta velha e latinha, tudo o que se precisa.&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: red;"&gt;Como fazer:&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com ajuda de um prego e uma base de madeira, faça um furo na tampa da lata, por onde a fumaça da queima sairá sem aumentar a pressão interna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YG_YxIl67tM/TyqPQOwHnUI/AAAAAAAAB74/hCZdvIRgbBI/s1600/IMG_0372.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-YG_YxIl67tM/TyqPQOwHnUI/AAAAAAAAB74/hCZdvIRgbBI/s320/IMG_0372.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Tampa da lata é furada.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Recorte o tecido em pequenos quadrados, que caibam justo na lata. Não tem medidas exatas, é no chute mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Id-slYSsnHI/TyqPc9qV_II/AAAAAAAAB8A/uk2qHdEhcp8/s1600/IMG_0377.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-Id-slYSsnHI/TyqPc9qV_II/AAAAAAAAB8A/uk2qHdEhcp8/s320/IMG_0377.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Manga da camisa recortada em quadrados, e lata já preenchida.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Coloque a tampa na lata, e depois coloque a lata no fogo baixo do seu fogão ou fogareiro, ou ainda nas brasas da fogueira, se estiver no mato. Rapidamente a fumaça vai subir pelo furo. Não se assuste com o cheiro de tecido queimado, deixe a fumaça sair até se esgotar. Apenas ventile bem a casa, se fizer o processo dentro dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-J_RA7qnUj3g/TyqPqDhg31I/AAAAAAAAB8I/unSAeKJ2SgY/s1600/IMG_0378.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-J_RA7qnUj3g/TyqPqDhg31I/AAAAAAAAB8I/unSAeKJ2SgY/s320/IMG_0378.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Fumaça começando a sair pelo furo na lata.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Feito isto, desligue o fogo ou remova a lata das brasas e deixe esfriar. Não abra ainda, ou a ventilação pode fazer o tecido incendiar. O resultado é o que vemos abaixo, tecido carbonizado que é queimável. Repare que os quadrados encolhem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bp22C_upBBo/TyqP3FoLZnI/AAAAAAAAB8Q/LFKh5zfG6-g/s1600/IMG_0381.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-bp22C_upBBo/TyqP3FoLZnI/AAAAAAAAB8Q/LFKh5zfG6-g/s320/IMG_0381.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Char cloth pronto para ser usado.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: red;"&gt;Como usar:&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como dito anteriormente, a fogueira deve ser preparada normalmente. Material miúdo, intermediário e grande separado ao lado de onde vai ficar o fogo. Pegue um dos pedaços do tecido, e o coloque junto do material miúdo. Com apenas uma riscada do Ferro Rod ele vai ficar em brasa, basta soprar para incendiar o material em volta. Isto poupa esforço, o que é um alívio após um dia de longa caminhada. A partir daí é alimentar a fogueira como costume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Km1Ld6NVgs8/TyqQCbNIKYI/AAAAAAAAB8Y/zekEGyIlT4k/s1600/IMG_03832.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-Km1Ld6NVgs8/TyqQCbNIKYI/AAAAAAAAB8Y/zekEGyIlT4k/s320/IMG_03832.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Queimando lenta e controladamente.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b style="color: red;"&gt;Conclusão:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma técnica muito simples, barata e eficiente. Foi provada pelo tempo. O tecido carbonizado queima durante tempo suficiente para que o material miúdo acenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos têm acesso a um pano ou camiseta velhos, e pelo que pôde ser visto, duram muito usando esta técnica. A lata também é simples de encontrar, transformando o char cloth em popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente, vou deixar os outros métodos de ajuda ao início de fogo para trás e só usar o bombril como plano B e o char cloth como principal recurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experimente também e depois me diga o resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-1567803191131388663?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2012/02/char-cloth-ou-tecido-carbonizado.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-C3vGzEH3Eww/TyqPDzBKwaI/AAAAAAAAB7w/tEfZc2TGWPI/s72-c/IMG_0371.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-732104216379359055</guid><pubDate>Wed, 01 Feb 2012 15:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-01T13:29:23.991-02:00</atom:updated><title>Lamparina a óleo</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-v4K5m55mVQc/TylR5fM2RrI/AAAAAAAAB7A/1WL94lAwCLM/s1600/IMG_0365.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-v4K5m55mVQc/TylR5fM2RrI/AAAAAAAAB7A/1WL94lAwCLM/s320/IMG_0365.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Que tal fazer de maneira rápida e simples uma eficiente lamparina a óleo, de baixo ou nenhum custo, e que ainda por cima queima óleo de fritura, azeite, óleo de andiroba, copaíba, e muitos outros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Serão necessários os seguinte itens:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;-Um pote de vidro com tampa de rosca, para que o combustível não vaze com o transporte. Preferencialmente baixo e largo, para que a chama fique afastada do vidro, caso contrário poderá estourar com o calor excessivo. Qualquer coisa com cerca de 4cm de boca será seguro o bastante. Neste caso usei um pote de geléia. Potes mais largos requerem alimentação menos frequente, pois o nível do combustível demora mais a descer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-30 a 40cm de arame relativamente resistente, que será moldado de forma que sustente o pavio. Usei o mesmo empregado na confecção da alça da &lt;a href="http://www.oaventureiro.com.br/2011/12/lata-caneca-de-lixo-utensilio-passo.html"&gt;lata-caneca&lt;/a&gt;. &lt;span style="color: red;"&gt;Atenção:&lt;/span&gt; Arame de cobre pode ser usado, mas em contato com o ácido de óleos vegetais criará oxidadação que gera vapores tóxicos, e arames de aço galvanizado também os produzem quando aquecidos por chama. Melhor lixar e remover a galvanização antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Pavio de material natural, que pode ser cilíndrico, em forma de cadarço ou chato ou mesmo trançado manualmente. Preferi um cadarço pronto de algodão, mas outras fibras podem ser usadas, como cânhamo, sisal, juta, entre outras. Sua imaginação é o limite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Prego ou outro objeto rígido e cilíndrico, de diâmetro aproximado ao do pavio que será usado. Este servirá para moldar a espiral do suporte de arame. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Combustível. Como foi dito, um fato interessante é a possibilidade de reciclar óleo de fritura, que normalmente se torna inútil para o usuário comum após o uso inicial. Se desejar uma queima sem cheiro, use azeite. Óleo de andiroba tem a vantagem de espantar mosquitos, e para quem tem acesso a copaíbas, seu óleo é gratuito e queima muito bem, sendo usado até como combustível para motores Diesel na Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-VPnopBHqkm0/TylTIsZSxLI/AAAAAAAAB7I/LDxOCzAYp9s/s1600/IMG_0359.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-VPnopBHqkm0/TylTIsZSxLI/AAAAAAAAB7I/LDxOCzAYp9s/s320/IMG_0359.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Material necessário para confecção da lamparina.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="color: red;"&gt;Fazendo a lamparina:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A primeira etapa é moldar o arame de acordo com o vidro e o pavio. Pode-se dar 4 ou mais voltas no molde, que sustentarão o pavio. Depois é preciso definir a altura e o raio da base, levando em conta que o arame deverá ficar em pé no fundo do vidro, e o pavio não deverá ultrapassar a altura da tampa, para que possa ser fechada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wa0moO15P6k/TylVQWJvrhI/AAAAAAAAB7Q/eDRoWV9W3_0/s1600/IMG_0360.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-wa0moO15P6k/TylVQWJvrhI/AAAAAAAAB7Q/eDRoWV9W3_0/s320/IMG_0360.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Moldando a espiral com ajuda de um alicate e chave de fenda.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;Existe a alternativa de moldar um puxador por onde se remove o suporte de dentro do vidro, para acendimento e outras coisas, mas considero desnecessário e dependendo do formato ficará acima da tampa, inviabilizando seu fechamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma possibilitade interessante é moldar uma alça em volta do pescoço do vidro, para que a lamparina vire uma lanterna portátil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feito o suporte, corte o comprimento de pavio que forma que fique posicionado até o fundo e tenha sobra para absorver bem o combustível, também com uma sobra de cerca de 5mm acima do suporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--zq1RmYnRMo/TylWLoAItzI/AAAAAAAAB7Y/cS3qEhXr3YA/s1600/IMG_0361.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/--zq1RmYnRMo/TylWLoAItzI/AAAAAAAAB7Y/cS3qEhXr3YA/s320/IMG_0361.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Arame moldado, é hora de encaixar tudo.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;&lt;b style="color: red;"&gt;Uso:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Completando o nível de combustível até pouco abaixo das espirais do suporte, garante-se a boa queima do pavio, que deve ficar de molho neste por algum tempo antes de ser aceso, para que absorva bem o óleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-nHfDuiBmHP4/TylXL6Ax0nI/AAAAAAAAB7g/iWa5QY4zZho/s1600/IMG_0364.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-nHfDuiBmHP4/TylXL6Ax0nI/AAAAAAAAB7g/iWa5QY4zZho/s320/IMG_0364.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Recipiente preenchido com o óleo queimado de fritura, filtrado.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;O acendimento pode ser feito com fósforos ou isqueiro, caso o pavio não tenha ficado muito baixo, situação em que o puxador citado anteriormente faz falta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando detectar que o pavio está queimando muito rápido, é sinal de que o nível do cobustível está baixo, hora de completar. Quando o pavio diminuir muito deve ser alimentado até a altura correta novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-z21lkflQt78/TylY8xzWaPI/AAAAAAAAB7o/hh-qD7xDQRM/s1600/IMG_0367.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-z21lkflQt78/TylY8xzWaPI/AAAAAAAAB7o/hh-qD7xDQRM/s320/IMG_0367.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Lamparina acesa. Um belo efeito.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;Para apagar, basta colocar a tampa no vidro, o pouco oxigênio no interior se esgotará rapidamente e o fogo se extinguirá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ser um objeto interessante, a lamparina pode ser muito útil em situações de emergência, em que acharemos óleo com facilidade, mas pilhas nem sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela ilumina em todas as direções, o que pode ser melhor aproveitado quando pendurada, como lanterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, pela primeira vez no blog, um vídeo! A lamparina queimando por alguns segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://i.ytimg.com/vi/50LYa-AiClo/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/50LYa-AiClo?version=3&amp;f=user_uploads&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/50LYa-AiClo?version=3&amp;f=user_uploads&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: red;"&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;b style="color: red;"&gt;:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há motivo para não fazer esta experiência interessante, e pensando além das trilhas e usos comuns, uma série de lamparinas como estas viram uma bela decoração de jardim à noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-732104216379359055?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2012/02/lamparina-oleo.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-v4K5m55mVQc/TylR5fM2RrI/AAAAAAAAB7A/1WL94lAwCLM/s72-c/IMG_0365.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-1266323382179975782</guid><pubDate>Thu, 15 Dec 2011 01:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-15T08:03:19.456-02:00</atom:updated><title>Lata-caneca. De lixo a utensílio passo a passo.</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;Este post é o primeiro de uma série de tutoriais simples, que visa demonstrar como fazer artefatos eficazes com baixíssimo custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste caso específico, o que seria jogado fora vira um objeto útil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, pegamos uma lata vazia. Neste caso usei leite em pó, pois seria descartada, mas pode-se usar outros produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-rSGxGI-qZyc/TukV9GpgirI/AAAAAAAAB5w/zDlLcIr54qs/s1600/IMG_0346.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-rSGxGI-qZyc/TukV9GpgirI/AAAAAAAAB5w/zDlLcIr54qs/s320/IMG_0346.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Lata vazia e arame.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Também precisaremos de um pedaço de arame grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após removermos o rótulo de papel, marcamos e fazemos dois furos na lata perto da borda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ASL3It3tid4/TukWJWhsx8I/AAAAAAAAB54/og-lI7M5J38/s1600/IMG_0347.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-ASL3It3tid4/TukWJWhsx8I/AAAAAAAAB54/og-lI7M5J38/s320/IMG_0347.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Furos feitos com o Victorinox.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Depois, com um alicate, o arame é moldado para formar uma alça, com duas curvas na parte de baixo para encaixar nos furos da lata. Um objeto redondo e firme ajuda nesta tarefa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7OSsExunxfM/TukWYDgOEDI/AAAAAAAAB6A/sF4HHImRSS4/s1600/IMG_0348.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-7OSsExunxfM/TukWYDgOEDI/AAAAAAAAB6A/sF4HHImRSS4/s320/IMG_0348.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Um barril ajudou a dar a forma da alça.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Agora encaixamos a alça na lata, apertamos as voltas para que não caiam, e usamos uma lima para remover as quinas afiadas.&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-h3t7-qR__3k/TukWlsJrI5I/AAAAAAAAB6I/eszXSshdJAY/s1600/IMG_0349.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-h3t7-qR__3k/TukWlsJrI5I/AAAAAAAAB6I/eszXSshdJAY/s320/IMG_0349.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Ferramentas simples dão conta do recado.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Pronto, a lata agora é um recipiente bom para coletar e ferver água ou cozinhar, resistente ao fogo e que pode ser pendurado usando os diversos métodos mostrados em todos os manuais de sobrevivência e bushcraft. Graças a sua pouca espessura esfria rápido, ao contrário de panelas. Esta será vista em postagens futuras, com certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YtPCQlX0xK0/TukWxe6qGeI/AAAAAAAAB6Q/DTEmAw0v294/s1600/IMG_0350.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-YtPCQlX0xK0/TukWxe6qGeI/AAAAAAAAB6Q/DTEmAw0v294/s320/IMG_0350.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A lata pronta para ser usada.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;Com este método ninguém fica sem acesso a uma panela pequena para cozinhar na trilha. A lata usada tem capacidadede 700ml, bastante adequada para uso individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importante destacar que estes materiais frequentemente são encontrados jogados em roças e regiões do interior, e numa situação de sobrevivência, como se viu, se transformam em objetos úteis desde que o trilheiro tenha boa capacidade de improvisação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-1266323382179975782?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/12/lata-caneca-de-lixo-utensilio-passo.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-rSGxGI-qZyc/TukV9GpgirI/AAAAAAAAB5w/zDlLcIr54qs/s72-c/IMG_0346.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-3051240124571484186</guid><pubDate>Thu, 08 Dec 2011 02:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-08T00:12:58.572-02:00</atom:updated><title>Tratando couro com óleo de mocotó</title><description>Ontem aproveitei que &lt;a href="http://www.oaventureiro.com.br/2010/08/meu-chapeu-estilo-croc-dundee.html"&gt;meu chapéu&lt;/a&gt; precisava de cuidados para registrar em fotos e apresentar um truque que já é velho conhecido de quem trabalha com artigos de couro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uP3XmOi0S7M/TuAbJ8ooAVI/AAAAAAAAB5g/QFyxAYMunFE/s1600/IMG_0336.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-uP3XmOi0S7M/TuAbJ8ooAVI/AAAAAAAAB5g/QFyxAYMunFE/s320/IMG_0336.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O chapéu após mais de um ano de aventuras mostra as marcas.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;O óleo de mocotó, encontrado nas casas de produtos para couro, é excelente para revitalizar e impermeabilizar calçados, vestimentas e acessórios deste material, com a vantagem extra de ser muito barato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-gFnDtwUhS5s/TuAZujRIMFI/AAAAAAAAB5Q/G-3v29f7hYk/s1600/IMG_0335.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-gFnDtwUhS5s/TuAZujRIMFI/AAAAAAAAB5Q/G-3v29f7hYk/s320/IMG_0335.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Óleo de mocotó, facilmente adquirido nas lojas especializadas.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Comecei removendo a tira de couro de crocodilo com dentes, que também recebeu aplicação do óleo separadamente. Em seguida escovei o chapéu para que saísse a poeira acumulada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-A4V7W6Mm3A4/TuAaccJGk3I/AAAAAAAAB5Y/wdkx6QTJYBA/s1600/IMG_0337.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-A4V7W6Mm3A4/TuAaccJGk3I/AAAAAAAAB5Y/wdkx6QTJYBA/s320/IMG_0337.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Poeira removida. Agora é aplicar o óleo.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Com um pano, apliquei generosamente o óleo, com cuidado e em toda a área externa do chapéu. Nos cantos mais remotos usei um cotonete. Deixei secar por quase 24 horas, e o resultado foi um couro com aparência muito renovada, além de impermeável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-IXqcLgV-wMg/TuAcC1j0ibI/AAAAAAAAB5o/x7knzi3_awk/s1600/IMG_0339.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-IXqcLgV-wMg/TuAcC1j0ibI/AAAAAAAAB5o/x7knzi3_awk/s320/IMG_0339.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O chapéu parece novo.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;Não registrei, mas após este período repeti o procedimento na parte interna do chapéu, que também havia ressecado com o passar do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença, como pode se ver pelas fotos, é gritante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica a dica para quem precisa proteger seus artigos de couro. O óleo é eficaz, rende muito e custa pouco, não há razão para não ter sempre à mão um frasco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-3051240124571484186?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/12/tratando-couro-com-oleo-de-mocoto.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-uP3XmOi0S7M/TuAbJ8ooAVI/AAAAAAAAB5g/QFyxAYMunFE/s72-c/IMG_0336.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-413149297426710813</guid><pubDate>Tue, 29 Nov 2011 01:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-28T23:15:38.535-02:00</atom:updated><title>Fazendo um estojo de couro para a Crooked Mora.</title><description>Assim como eu, diversas pessoas que adquiriram a Mora de esculpir mundo afora perceberam a necessidade de usar alguma proteção na lâmina, ou a mochila ou bolsa onde ela fosse transportada seria danificada em pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns criaram caixinhas de madeira, outros bainhas de couro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segui mais ou menos na segunda linha, já que tinha couro disponível e algum conhecimento de como utilizá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidi que um pequeno estojo, parecendo uma bainha modelo saco seria a melhor opção, menos trabalhosa que um estojo com tampa e igualmente prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passo foi estimar a largura necessária para ter uma boa retenção da faca lá dentro, sem ficar apertado. Esta etapa é experimentação pura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-LcAJlVeHTp8/TsRDbT-y-UI/AAAAAAAAB24/JBg2GukJhJc/s1600/IMG_0292.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-LcAJlVeHTp8/TsRDbT-y-UI/AAAAAAAAB24/JBg2GukJhJc/s320/IMG_0292.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Mexendo com o couro para chegar em uma medida satisfatória. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Depois linhas de corte foram traçadas no couro, aproveitando o melhor possível o espaço e cortes já existentes na peça.&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ehfBk8OhdKo/TsREMMSSLnI/AAAAAAAAB3A/va17oz7uAXc/s1600/IMG_0293.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-ehfBk8OhdKo/TsREMMSSLnI/AAAAAAAAB3A/va17oz7uAXc/s320/IMG_0293.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Linhas básicas traçadas.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;O corte foi feito com estilete e régua de aço, melhor maneira possível para cortes certos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-YgsZ-gBZkac/TsREySwHw1I/AAAAAAAAB3I/rxGPHMGvYMA/s1600/IMG_0294.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-YgsZ-gBZkac/TsREySwHw1I/AAAAAAAAB3I/rxGPHMGvYMA/s320/IMG_0294.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Primeiros cortes.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Depois foi hora de definir a profundidade da bainha. Não queria o cabo totalmente inserido, nem muito para fora. O resultado foi este.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zWXNlW4Io2k/TsRGxfMSCLI/AAAAAAAAB3Y/yZvEqk9Pd0E/s1600/IMG_0295.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-zWXNlW4Io2k/TsRGxfMSCLI/AAAAAAAAB3Y/yZvEqk9Pd0E/s320/IMG_0295.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Profundidade definida, agora é cortar.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Alguns arremates e os reforços da costura também foram cortados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zRnrGJAkcRY/TsRF3yPazTI/AAAAAAAAB3Q/BjrHrM7-vEg/s1600/IMG_0297.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-zRnrGJAkcRY/TsRF3yPazTI/AAAAAAAAB3Q/BjrHrM7-vEg/s320/IMG_0297.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Reforços para evitar que a lâmina corte a costura.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;Depois chegou a hora de colar. Adesivo de contato (cola de sapateiro) é a melhor opção. Usa-se espalhando cola nas duas superfícies a serem unidas, esperando uns minutos e só então encaixando as duas partes, com cuidado pois neste ponto não dá para reposicioná-las se ficar torto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1w4BrRzE7vA/TsRHRgsvRcI/AAAAAAAAB3g/0ixM0Dg5iPo/s1600/IMG_0299.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-1w4BrRzE7vA/TsRHRgsvRcI/AAAAAAAAB3g/0ixM0Dg5iPo/s320/IMG_0299.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cola secando antes da união.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-qvUOJKf4O4Y/TsRH98E-I1I/AAAAAAAAB3o/gwmUa42fZqI/s1600/IMG_0300.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-qvUOJKf4O4Y/TsRH98E-I1I/AAAAAAAAB3o/gwmUa42fZqI/s320/IMG_0300.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Metades unidas. Agora não dá para mover.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Mesmo processo para fechar o estojo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9peZ8k-6sgQ/TsXMcBLFdnI/AAAAAAAAB30/1_qIyCl6UJw/s1600/IMG_0301.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-9peZ8k-6sgQ/TsXMcBLFdnI/AAAAAAAAB30/1_qIyCl6UJw/s320/IMG_0301.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Tudo colado. Agora é costurar.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;Agora veio a parte de marcação dos furos, o que foi feito com um lápis e régua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-I6hUJ5hrLDs/Tsj1wCXeJcI/AAAAAAAAB38/s6ebMVLLrPA/s1600/IMG_0302.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-I6hUJ5hrLDs/Tsj1wCXeJcI/AAAAAAAAB38/s6ebMVLLrPA/s320/IMG_0302.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Marcação feita a lápis.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;O furos propriamente ditos foram feitos com uma sovela, mas poderiam ter sido feitos até com furadeira e broca fina, ou martelo e prego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-AkQpg7R0F70/Ts1cjwkIwNI/AAAAAAAAB4Q/5Be63sjvQok/s1600/IMG_0303.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-AkQpg7R0F70/Ts1cjwkIwNI/AAAAAAAAB4Q/5Be63sjvQok/s320/IMG_0303.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Furando com a sovela.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ClSzacO2ei0/Ts1dDFCtXuI/AAAAAAAAB4Y/__7T9pFCa-Y/s1600/IMG_0305.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-ClSzacO2ei0/Ts1dDFCtXuI/AAAAAAAAB4Y/__7T9pFCa-Y/s320/IMG_0305.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Furação concluída.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;Fiz a costura usando linha de algodão encerado, o método foi o de duas agulhas. Uma em cada ponta da linha, elas vão entrando por todos os furos, alternando o sentido, até chegar no último furo, onde uma delas volta e é feito o nó de arremate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-YsbuVDPxYV8/Ts1rSqU6ZlI/AAAAAAAAB4g/xyyhPMRvThQ/s1600/IMG_0306.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-YsbuVDPxYV8/Ts1rSqU6ZlI/AAAAAAAAB4g/xyyhPMRvThQ/s320/IMG_0306.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Agulhas se cruzando pelos furos.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-pM3PevTBSNw/Ts1sBE2W_8I/AAAAAAAAB4o/kindJrSExIA/s1600/IMG_0307.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-pM3PevTBSNw/Ts1sBE2W_8I/AAAAAAAAB4o/kindJrSExIA/s320/IMG_0307.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Nó que arremata a costura.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Para dar acabamento uma pequena acertada nas quinas coladas, com a fantástica &lt;a href="http://www.oaventureiro.com.br/2011/04/um-episodio-surpreendente-com-final.html"&gt;sharp finger&lt;/a&gt; e então a forquilha de árvore mostrada &lt;a href="http://www.oaventureiro.com.br/2010/10/dia-de-chuva-na-floresta-um-treino.html"&gt;neste post&lt;/a&gt; passou a noite inserida no estojo para dar um formato que não forçasse a lâmina da Mora contra o fim do estojo.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R8DNWHF322w/Ts1sWncsQLI/AAAAAAAAB4w/Ll3ISrRYCaw/s1600/IMG_0309.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-R8DNWHF322w/Ts1sWncsQLI/AAAAAAAAB4w/Ll3ISrRYCaw/s320/IMG_0309.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Sharp finger e seu fio impressionante acertaram as quinas do estojo em segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-qwEgixdvII8/Ts1ubWOX4gI/AAAAAAAAB44/1EHyd8QZ0Ho/s1600/IMG_0310.JPG" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-qwEgixdvII8/Ts1ubWOX4gI/AAAAAAAAB44/1EHyd8QZ0Ho/s320/IMG_0310.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Forquilha ajudando a dar formato ao estojo.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Para dar acabamento, uma tinta específica para couro foi utilizada, na tonalidade café.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-m3G1UTHsHrg/TtQwk3SQmyI/AAAAAAAAB5A/2ryiIaXgXX0/s1600/IMG_0330.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-m3G1UTHsHrg/TtQwk3SQmyI/AAAAAAAAB5A/2ryiIaXgXX0/s320/IMG_0330.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Aplicando a tinta.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;O resultado é este. Um estojo funcional, sem frescuras mas até simpático para uma ferramenta promissora. Agora ela pode ir em qualquer mochila sem risco de danos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1uefhgqJWlA/TtQxXYewuoI/AAAAAAAAB5I/0xnPKWIYNrY/s1600/IMG_0333.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-1uefhgqJWlA/TtQxXYewuoI/AAAAAAAAB5I/0xnPKWIYNrY/s320/IMG_0333.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Trabalho concluído.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;Espero que tenham gostado do post, e como sempre, comentários são bem vindos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-413149297426710813?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/11/fazendo-um-estojo-de-couro-para-crooked.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-LcAJlVeHTp8/TsRDbT-y-UI/AAAAAAAAB24/JBg2GukJhJc/s72-c/IMG_0292.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-5550475695275885230</guid><pubDate>Mon, 24 Oct 2011 21:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-24T19:44:05.326-02:00</atom:updated><title>Mora Carving Full Curve Knife</title><description>Como pôde ser visto em posts anteriores, tenho grande interesse por alguns tipos de artesanatos úteis, à moda antiga, como &lt;a href="http://www.oaventureiro.com.br/2011/03/fazendo-uma-colher-ao-estilo-bushcraft.html"&gt;colheres&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.oaventureiro.com.br/2011/04/o-bastao-de-caminhada-do-aventureiro.html"&gt;bastões de caminhada&lt;/a&gt; e outros objetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considero a fabricação de tais utensílios uma arte ao mesmo tempo bela e útil, e pretendo me dedicar mais a estas atividades no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando nisto, e tendo assistido a inúmeros programas estrangeiros mostrando as diferentes ferramentas e técnicas tradicionalmente utilizadas, decidi investir e comprar uma ferramentinha muito interessante: A carving knife, que é uma faca curva, afiada à semelhança de um formão. Ela serve para esculpir partes redondas de peças como canecas, vasilhas, colheres e outros objetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este modelo é fabricado pela Frosts, da Suécia, mais conhecida pelas suas fantásticas &lt;a href="http://www.oaventureiro.com.br/2011/06/mora-faca-prodigio-da-suecia.html"&gt;Mora&lt;/a&gt;, e apresenta curva total, ou seja, é bem específica para cavar reentrâncias, diferente dos modelos meia curva, que têm uso misto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-BlEfguH55UQ/TqXYdkvAjEI/AAAAAAAABy0/jd8xx-HGvs0/s1600/IMG_0214.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-BlEfguH55UQ/TqXYdkvAjEI/AAAAAAAABy0/jd8xx-HGvs0/s320/IMG_0214.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Mora Carving Full Curve. Mais um produto com a qualidade Frosts.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Ao preço equivalente de uma Mora comum, o investimento certamente é válido, levando-se em conta que mantém as qualidades de suas irmãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fato que deve ser levado em conta é o aço carbono da lâmina, muito mais suscetível a oxidação que o consagrado inox Sandvik123 de outros modelos da marca. Nada que desabone a faca, apenas requer mais cuidados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A compra foi feita através do e-bay, de um lojista dos EUA, e graças à greve dos Correios, minha faca só foi entregue dois meses depois. A esta altura minha ansiedade era grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A faca veio como já imaginava: espartana. Sem bainha, estojo de proteção ou qualquer acessório. Até o cabo de Maple veio sem acabamento algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratei de aplicar uma fina camada de óleo mineral Singer na lâmina, e uma boa camada de óleo de linhaça no cabo, para proteção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Rh-n9uWbBUY/TqXaVtJwqTI/AAAAAAAABy8/roHPMi1xMdY/s1600/IMG_0215.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-Rh-n9uWbBUY/TqXaVtJwqTI/AAAAAAAABy8/roHPMi1xMdY/s320/IMG_0215.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Óleo de linhaça no cabo, e óleo mineral na lâmina.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A viagem de fim de semana para &lt;a href="http://www.oaventureiro.com.br/2011/09/conhecendo-conservatoria.html"&gt;Conservatória&lt;/a&gt;, onde ela seria posta à prova foi cancelada em cima da hora, e com isso o teste ainda não aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que o fizer, os resultados serão postados aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também estou pensando em que tipo de proteção farei para conservar melhor a lâmina e ao mesmo tempo proteger a mochila de seu fio. Ainda não cheguei a uma conclusão quanto a isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-5550475695275885230?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/10/mora-carving-full-curve-knife.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-BlEfguH55UQ/TqXYdkvAjEI/AAAAAAAABy0/jd8xx-HGvs0/s72-c/IMG_0214.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-4476855035120181679</guid><pubDate>Thu, 22 Sep 2011 02:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-21T23:49:30.338-03:00</atom:updated><title>Como regular o tamanho de um cordão.</title><description>Este post é uma dica simples e eficiente para resolver o problema de ajuste de comprimento de cordões, sejam eles decorativos ou usados para pendurar acessórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você já usou um apito, bússola, canivete ou qualquer outro objeto pendurado no pescoço sabe que achar o comprimento ideal de cordão pode ser bem complicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-s8962oI_F-o/TnqchYsJxnI/AAAAAAAAByc/xJEhHgqBkv4/s1600/IMG_0192.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-s8962oI_F-o/TnqchYsJxnI/AAAAAAAAByc/xJEhHgqBkv4/s320/IMG_0192.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Paracord muito grande, só serve para atrapalhar.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Se ficar muito curto é difícil de entrar e sair da cabeça, se ficar longo vai balançando e batendo, o que incomoda bastante o vivente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidi carregar meu &lt;a href="http://www.oaventureiro.com.br/2010/12/acendendo-fogo-com-centelhas.html"&gt;ferro rod&lt;/a&gt; o tempo todo no pescoço quando estou na trilha, e para evitar este contratempo o que fiz foi cortar um bom pedaço de &lt;a href="http://www.oaventureiro.com.br/2010/08/paracord-artigo-de-primeira-necessidade.html"&gt;paracord&lt;/a&gt;, passar por dentro da alça e amarrar com um &lt;a href="http://www.oaventureiro.com.br/2010/11/estudando-alguns-nos-uteis.html"&gt;nó de pescador&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MXtawk17hI0/TnqdKg7EAsI/AAAAAAAAByg/8u1b5aavW9w/s1600/IMG_0189.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-MXtawk17hI0/TnqdKg7EAsI/AAAAAAAAByg/8u1b5aavW9w/s320/IMG_0189.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cordão mais folgado.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Este nó permite a regulagem de altura, simplesmente deslizando os dois nós, afastando-os.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-95oo2EUxAD8/TnqeG-XIF2I/AAAAAAAAByk/Gk4nx2Ydirc/s1600/IMG_0188.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-95oo2EUxAD8/TnqeG-XIF2I/AAAAAAAAByk/Gk4nx2Ydirc/s320/IMG_0188.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cordão já apertado.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;A pressão dos nós é suficiente para impedir que corram sem que você os puxe, mas não dificulta a regulagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe:&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xgNn_1YsDPU/Tnqe5znsv-I/AAAAAAAAByo/iYww9s__fk4/s1600/IMG_0193.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-xgNn_1YsDPU/Tnqe5znsv-I/AAAAAAAAByo/iYww9s__fk4/s320/IMG_0193.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Basta puxar os nós até chegar no ponto desejado.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9y_AnJZgYbg/TnqfjNSf_rI/AAAAAAAABys/gDcvP07Jhv8/s1600/IMG_0196.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-9y_AnJZgYbg/TnqfjNSf_rI/AAAAAAAABys/gDcvP07Jhv8/s320/IMG_0196.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Pronto! Acabou o excesso de cordão.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experimente, você verá que funciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-4476855035120181679?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/09/como-regular-o-tamanho-de-um-cordao.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-s8962oI_F-o/TnqchYsJxnI/AAAAAAAAByc/xJEhHgqBkv4/s72-c/IMG_0192.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-711947848808421718</guid><pubDate>Wed, 14 Sep 2011 16:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-14T13:06:55.203-03:00</atom:updated><title>Conhecendo Conservatória</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-SZTFYNGoyJ4/TnC91ECwP7I/AAAAAAAABxc/eR8FwAaL57g/s1600/IMG_0159.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-SZTFYNGoyJ4/TnC91ECwP7I/AAAAAAAABxc/eR8FwAaL57g/s320/IMG_0159.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fim de semana passado eu e a namorada estivemos na simpática cidade de Conservatória, terra da seresta, que ainda conserva muitas construções do período do Brasil império.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos convidados por um amigo e gentilmente recebidos por seus parentes. No post anterior, eu havia mencionado minha falta de tempo. Devido a ela, nossa estadia se deu no curto período compreendido entre a tarde de sábado e a de domingo, impedindo que conhecesse mais atrativos desta bela cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fPMIiKHakIQ/TnC9ip2OfKI/AAAAAAAABxU/kCTalH-bsx8/s1600/IMG_0155.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-fPMIiKHakIQ/TnC9ip2OfKI/AAAAAAAABxU/kCTalH-bsx8/s320/IMG_0155.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A bela locomotiva no centro da cidade. Lembra os clássicos do western.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Situada a apenas 142km do Rio de Janeiro, esta cidade durante o ciclo do café contava com cerca de 100 fazendas produtoras, e usava a ferrovia para o escoamento da produção até o Rio, então capital do império. Com o declínio do café no Rio de Janeiro, muitas fazendas foram abandonadas, algumas mudando o foco para a pecuária. Muitas destas ainda existem, e serviram e servem de cenário para filmes e novelas. Quase todas hoje são pousadas e hotéis fazenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9cK4U3BYHiY/TnC8_mS3lcI/AAAAAAAABxM/px96m8T2mdg/s1600/IMG_0151.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-9cK4U3BYHiY/TnC8_mS3lcI/AAAAAAAABxM/px96m8T2mdg/s320/IMG_0151.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Hotel Fazenda Florença: Cenário de novelas como Dona Beija, Sinhá Moça e outras.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A ferrovia e a estação da cidade foram inauguradas por D. Pedro II em 21 de novembro 1883, nela passando a Maria Fumaça fabricada na Philadelphia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vbxFZ_8DGXw/TnC9bFwHPTI/AAAAAAAABxQ/V1t5Tqbyyus/s1600/IMG_0154.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-vbxFZ_8DGXw/TnC9bFwHPTI/AAAAAAAABxQ/V1t5Tqbyyus/s320/IMG_0154.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A estação de trem, hoje sem linha férrea.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;Durante a implantação do sistema rodoviário brasileiro e a criação da indústria automobilística, as ferrovias foram progressivamente desmobilizadas, e a de Conservatória não foi excessão. Dela hoje restaram apenas a estação e a locomotiva, em exposição permanente no centro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-noUGwJ3Xbs0/TnC88IWKYfI/AAAAAAAABxI/VNt0y0wdfrA/s1600/IMG_0153.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-noUGwJ3Xbs0/TnC88IWKYfI/AAAAAAAABxI/VNt0y0wdfrA/s320/IMG_0153.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Pousada Imperial. Dom Pedro II se hospedou nesta casa durante uma viagem a Minas Gerais, o que inspirou o nome moderno. &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;Um dos locais por onde a linha férrea passava, é o túnel que chora, 100 metros de rocha escavada pela mão escrava. Uma obra impressionante, para dizer o mínimo. Em uma das pontas há uma mina natural que nunca para de verter água, daí o nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wja1O_LK2WI/TnC_Fd8XxEI/AAAAAAAABx4/DNVqKsDwh6o/s1600/IMG_0167.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-wja1O_LK2WI/TnC_Fd8XxEI/AAAAAAAABx4/DNVqKsDwh6o/s320/IMG_0167.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O Túnel que chora: Impressionante obra feita à mão pelos escravos.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O estilo arquitetônico do centro antigo, o calçamento em pé de moleque e as obras feitas com trabalho escravo são testemunhos palpáveis de nossa história, e o visitante dotado de mais imaginação consegue abstrair os carros modernos e sentir como era o dia a dia 100 ou mais anos atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xZgKm7lZnEY/TnC_NaXq7yI/AAAAAAAAByA/7By1wfUzF8A/s1600/IMG_0171.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-xZgKm7lZnEY/TnC_NaXq7yI/AAAAAAAAByA/7By1wfUzF8A/s320/IMG_0171.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Mina d'água no túnel que chora.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;Além de toda a história do ciclo do café Conservatória tem a tradição das serestas, outra atração famosa. Por todo canto se pode ver violeiros tocando e cantando, seja nos restaurantes, praças ou mesmo passando pelas ruas. O clima de festa é evidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar nelas, recebi a recomendação de voltar no período das festividades juninas, já que a cidade ainda tem comemorações à moda antiga, ao contrário de algumas nas grandes cidades em que nada há de tradicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-YJ2DNDHTWPw/TnC-A0vO45I/AAAAAAAABxg/Sd_fAXyOGVA/s1600/IMG_0160.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-YJ2DNDHTWPw/TnC-A0vO45I/AAAAAAAABxg/Sd_fAXyOGVA/s320/IMG_0160.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Arquitetura tradicional do centro da cidade.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Mas não há só atrativos culturais e históricos por lá. A cidade é situada um uma belíssima região, cercada por montanhas, vales e rios. Não é raro o avistamento de animais pelas ruas e estradas de acesso. A Serra da Beleza é um ponto que alia natureza e misticismo. É supostamente um local de frequentes avistamentos de OVNIS.&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nB7rk-FUWPE/TnC4qF1uf6I/AAAAAAAABvs/NBX0DD237EM/s1600/IMG_0174.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-nB7rk-FUWPE/TnC4qF1uf6I/AAAAAAAABvs/NBX0DD237EM/s320/IMG_0174.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Casal de maracanãs ao entardecer.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Fiquei com a promessa de voltar para explorar serras, cavernas e rios da região, e inclusive já consegui companheiros para me guiar nestes programas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendo uma visita a todos que se interessam por locais que integram cultura e natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-711947848808421718?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/09/conhecendo-conservatoria.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-SZTFYNGoyJ4/TnC91ECwP7I/AAAAAAAABxc/eR8FwAaL57g/s72-c/IMG_0159.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-5588050088333867065</guid><pubDate>Fri, 09 Sep 2011 16:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-09T13:14:45.896-03:00</atom:updated><title>Procurando a minha turma.</title><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-AHEP7KnbE6E/Tmo6n0qDHjI/AAAAAAAABvk/sZu24WaqVJA/s1600/Pedra+do+Sino+%252887%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="280" src="http://3.bp.blogspot.com/-AHEP7KnbE6E/Tmo6n0qDHjI/AAAAAAAABvk/sZu24WaqVJA/s400/Pedra+do+Sino+%252887%2529.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Compartilhar bons momentos nas trilhas com os amigos não tem preço.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Os amigos mais atentos já perceberam que o ritmo de postagens no blog deu uma caída em relação a&amp;nbsp; meses passados. Não pensem que desanimei. Na verdade é o contrário, estou buscando uma nova atividade remunerada principal que me possibilite ter simultaneamente tempo livre e tranquilidade financeira para aproveitá-lo, com muitas trilhas e até expedições visadas para um futuro o mais breve possível. Estou firme neste propósito e tenho certeza de que conseguirei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isto tem um preço e neste caso é a falta de tempo atual. Com trabalho (que não é em turismo) mais estudo à noite minha semana é bem corrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pouco tempo livre que tem me sobrado, procuro dividir entre minha vida pessoal e as atividades de que gosto. Entre elas, claro, as idas ao mato e postagens subsequentes. Não quero diminuir a qualidade e relevância das postagens, apenas para manter a frequência, por isto peço aos amigos um pouco de paciência. Continuarei me esforçando para a melhoria constante do conteúdo do blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas vezes, a falta de companhia desanima um pouco, e dificulta em muito um registro eficiente de algumas demonstrações de técnicas, o que faz com que acabe me decidindo por outra programação. O exemplo mais recente foi neste feriado da independência, em que já havia inclusive anunciado via Twitter que seria dia de partir para o mato, e no entanto acabei finalizando a manutenção do meu fusca, que havia começado no domingo anterior. O carrinho estava parado há bastante tempo, e o programa que havia escolhido seria melhor aproveitado em dupla, então a atividade mais útil acabou pesando mais. Agora tenho o carro plenamente operacional para as próximas aventuras e estou mais perto da independência de mecânicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi pensando nas muitas vezes em que acabei indo sozinho em programas que seriam idealmente para mais pessoas que decidi começar a formar um grupo de caminhadas, ou como se diz, "procurar a minha turma", e dividir momentos agradáveis na natureza, debatendo, praticando e repassando conhecimentos. Compartilhar estas experiências não tem preço e é um hábito tão antigo quanto a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente por enquanto não poderei montar um calendário fixo e pré determinado, pois estas atividades terão que se enquadrar no meu tempo livre, assim como no de quem me acompanhar. Mas acredito que ainda assim deverá surgir uma turminha interessante e bem entrosada, que com o tempo terá muitas horas de trilha e histórias para contar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você gostou desta idéia e tem interesse em participar, entre em contato. Mande um e-mail e vamos amadurecer o conceito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora é hora de arrumar as malas porque este fim de semana estarei na estrada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-5588050088333867065?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/09/procurando-minha-turma.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-AHEP7KnbE6E/Tmo6n0qDHjI/AAAAAAAABvk/sZu24WaqVJA/s72-c/Pedra+do+Sino+%252887%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-2811111062313961359</guid><pubDate>Thu, 18 Aug 2011 02:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-17T23:45:12.378-03:00</atom:updated><title>Voltando ao básico. O que é realmente necessário?</title><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-i80AZfluQv0/TkxzD6DFDVI/AAAAAAAABuU/n_uXfjfPezg/s1600/IMG_0111.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-i80AZfluQv0/TkxzD6DFDVI/AAAAAAAABuU/n_uXfjfPezg/s320/IMG_0111.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O essencial: uma boa lâmina e um modo de fazer fogo.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Relendo alguns posts e conversando com amigos, percebi que posso ter induzido algumas pessoas a pensar erroneamente que o que faz o trilheiro é seu inventário de equipamentos modernosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente existe uma tendência neste mundo moderno de vender equipamentos como sendo essenciais, e a cada dia aparecem mais produtos especializados para diversos fins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sociedade norte americana, na qual nos baseamos em grande parte, tende a super especializar todo tipo de equipamento, como se não houvesse uma ferramenta capaz de suprir razoavelmente mais de uma função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na Europa os conceitos são mais simples, o básico é suficiente em muitos casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto é notado no vestuário, nos equipamentos de camping, cutelaria, armas de caça e em outros setores. Existem modelos de facas que são produzidas e usadas há séculos em alguns países, com pouca ou nenhuma alteração, justamente por cumprirem seu propósito até hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que tenho admiração por alguns equipamentos modernos e suas soluções inteligentes, mas devemos ficar atentos ao risco de ficarmos presos a uma cadeia infindável de necessidade de renovação, como se a mochila modelo 2010 fosse inferior à modelo 2011, e assim sucessivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mochila para trilhas menores é a&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.oaventureiro.com.br/2010/12/mochila-maxpedition-condor-ii.html"&gt;Maxpedition Condor II&lt;/a&gt;, mas para eventos maiores ou mesmo viagens uso uma cargueira de 75 litros que me acompanha há mais de dez anos. Não sinto necessidade de adquirir outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jjp-lSmKrZo/Tkx8GpSICCI/AAAAAAAABug/Hk5-hVO3iOA/s1600/IMG_0116+copia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-jjp-lSmKrZo/Tkx8GpSICCI/AAAAAAAABug/Hk5-hVO3iOA/s320/IMG_0116+copia.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Uma mochila pode se manter funcional e adequada por muitos anos.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia existem barracas de camping muito leves, de material resistente e sintético, que são muito admiradas por mochileiros. Mas se alguém só acampa com um veículo de apoio, leveza é tão importante? A antiga e confiável barraca desta pessoa continua servindo tão bem quanto antes ou deve obrigatoriamente ser substituída?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debato isto constantemente em relação a material de arqueiria. Possuo um arco composto de fabricação nacional que é em todos os aspectos idêntico aos arcos top de linha de 15 ou 20 anos atrás, nos EUA. Naquela época um arco com estas características era adequado para caçar todo tipo de animal no país deles, bem como para participar de diversas modalidades esportivas. Porque o meu não seria, hoje? Só porque a tecnologia evoluiu para materiais ainda mais leves, rápidos e potentes? Não se deixe enganar pela propaganda de fabricantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fb91cOuOA1s/Tkx0gwqs65I/AAAAAAAABuY/gSDKJZGHBFw/s1600/IMG_0115.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-fb91cOuOA1s/Tkx0gwqs65I/AAAAAAAABuY/gSDKJZGHBFw/s320/IMG_0115.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Meu arco. Design ultrapassado segundo alguns. Será?&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Toda escolha e compra de equipamento deve se basear na necessidade/preferência individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se uma faca supre todas as suas necessidades, não é porque o cidadão X ou Y diz que a outra é melhor que você deve considerar a sua inferior ou inútil. Não existe produto mais indicado para qualquer coisa ou pessoa. O que existe é produto mais indicado para você e suas necessidades, e isto varia enormemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos percebem que adoro lâminas, e por isso tenho mais do que o necessário, fazendo escolha de quais usar de acordo com o ambiente/atividade praticada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-BkpPeUcGbqU/Tkx3UIi87VI/AAAAAAAABuc/dCL1cES2zIU/s1600/IMG_0113.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-BkpPeUcGbqU/Tkx3UIi87VI/AAAAAAAABuc/dCL1cES2zIU/s320/IMG_0113.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Algumas de minhas facas. Da esq. para a dir: Bowie Callegari, EDC Voss, Sharp Finger Callegari, Utilitária Camacho, Mora Clipper.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, há quem passe toda a vida com apenas uma e fique plenamente satisfeito. Se é seu caso, perfeito, não há porque mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, mesmo com minha admiração pelos materiais modernos e seus designs inovadores, em alguns equipamentos minha preferência recai justamente no tradicional. É o caso das facas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo mundo todo existem adeptos de equipamentos tradicionais ou mesmo antigos, alguns inclusive participando de encontros de reencenação de batalhas históricas ou acampamentos primitivos, e estas pessoas consideram que apesar dos tempos serem outros as necessidades do homem continuam as mesmas, o que não deixa de ter sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é simples e funcional vai ser sempre eficaz, independente do que diga a moda do momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrando sempre da frase que já citei aqui: "Quanto mais se sabe, menos se carrega" tenho tentado voltar ao básico, adquirir conhecimentos que me permitam estar bem equipado mesmo levando o mínimo. Apesar de ter alguns equipamentos em redundância, acabo voltando a alguns de costume. Aos poucos vou ajustando a quantidade de coisas à real necessidade de acordo com cada situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O equilíbrio entre equipamento e conhecimento é meu objetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se também é o seu, junte-se à discussão, a participação é sempre muito bem vinda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-2811111062313961359?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/08/voltando-ao-basico-o-que-e-realmente.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-i80AZfluQv0/TkxzD6DFDVI/AAAAAAAABuU/n_uXfjfPezg/s72-c/IMG_0111.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-129569143696881557</guid><pubDate>Tue, 09 Aug 2011 02:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-08T23:55:03.171-03:00</atom:updated><title>Manhã de domingo.</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZIbQ8PujD50/TkALZvrbpQI/AAAAAAAABs0/u_A58iczB-E/s1600/IMG_0043.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZIbQ8PujD50/TkALZvrbpQI/AAAAAAAABs0/u_A58iczB-E/s320/IMG_0043.JPG" width="320" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Saí de casa para passar a manhã de domingo no mato, com algumas tarefas na cabeça. Levei o GPS para marcar alguns pontos em trilhas conhecidas e saber a posição exata no mapa, algo que venho fazendo desde que o comprei. Também tenho procurado registrar tudo o que seja útil ou importante pelas trilhas para mostrar aqui no blog, então era uma tarefa secundária caso fosse possível. Por último, a câmera nova teria sua estréia em campo, de preferência com algum tema bem legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que não podia imaginar era que eu teria sucesso em todas estas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logos nos primeiros cinco minutos de trilha, ouvi o barulho de tucanos. Caminhando mais um pouco, identifiquei os movimentos de um deles em uma árvore alguns metros adiante. Consegui apenas uma foto antes que voasse para algum lugar indefinido nas proximidades. De qualquer forma o item contato com a fauna já tinha sido marcado na lista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-FICp9fkze5s/TkAKAG8JHbI/AAAAAAAABsk/iqqaSt0sD9o/s1600/IMG_0017.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-FICp9fkze5s/TkAKAG8JHbI/AAAAAAAABsk/iqqaSt0sD9o/s320/IMG_0017.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O tucano momentos antes de decolar e sumir.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Segui em frente. Pelo chão vi uma raiz perfeita para amarrações na mata. Ela é flexível o bastante para ser usada no lugar de cordas, e dura muito tempo. Há abrigos contruídos há anos com esta técnica na região amazônica. Separei e fiz um rolo, nunca se sabe quando será útil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-IhpaV8YCt5I/TkAJ_ZnAZ5I/AAAAAAAABsc/jeCd191GW54/s1600/IMG_0020.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-IhpaV8YCt5I/TkAJ_ZnAZ5I/AAAAAAAABsc/jeCd191GW54/s320/IMG_0020.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Separando a raiz da árvore.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-E-Cpm0KzXNY/TkAJ_ftHTNI/AAAAAAAABsg/dKYDrGj26CU/s1600/IMG_0024.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-E-Cpm0KzXNY/TkAJ_ftHTNI/AAAAAAAABsg/dKYDrGj26CU/s320/IMG_0024.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Rolo pronto para ser levado. Vários metros de raiz boa para amarração.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Já bem mais à frente, vi na mata um enorme Jequitibá, dos poucos que sobraram da época anterior ao cultivo de café no Brasil. Este gigante está ali desde antes da vinda da família real, com certeza. Isto nos mostra quão breve é nossa passagem pelo mundo. Após algumas fotos retomei meu caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-qxVw6oMGCbw/TkAK0Orb9DI/AAAAAAAABsw/ln5gWTQWg2E/s1600/IMG_0030.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-qxVw6oMGCbw/TkAK0Orb9DI/AAAAAAAABsw/ln5gWTQWg2E/s320/IMG_0030.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Jequitibá, o gigante das matas.&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qV_YPfrdKYI/TkAKq_LJNFI/AAAAAAAABso/AdkVdjQS9BE/s1600/IMG_0032.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-qV_YPfrdKYI/TkAKq_LJNFI/AAAAAAAABso/AdkVdjQS9BE/s320/IMG_0032.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A distante copa me fazia sentir minúsculo.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Na hora de atravessar um riacho, uma enorme árvore jazia no caminho, me servindo de ponte. Ela não estava ali na minha última visita. Esta característica flexível das florestas sempre me encantou, a cada passagem algo novo se mostra pelos caminhos, que desta maneira nunca se tornam repetitivos ou monótonos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xtU8dGajAbY/TkAKxsOPOeI/AAAAAAAABss/x-zdcH6GAAs/s1600/IMG_0038.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-xtU8dGajAbY/TkAKxsOPOeI/AAAAAAAABss/x-zdcH6GAAs/s320/IMG_0038.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cruzando o riacho através da ponte natural.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Chegando na cascata que era o fim da trilha, molhei a cabeça para diminuir a temperatura. O dia estava bastante quente, apesar do friozinho registrado no Rio durante a semana anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-4xC_RGCHdA8/TkALfges5_I/AAAAAAAABs8/T8pOeDNgnfo/s1600/IMG_0044.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-4xC_RGCHdA8/TkALfges5_I/AAAAAAAABs8/T8pOeDNgnfo/s320/IMG_0044.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Nada como a água de um riacho para refrigerar o caminhante.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Aproveitei para brincar com a câmera, e capturar belas cenas do mundo natural. Fiquei muito satisfeito com a Canon PowerShot SX130 IS. Faz muitas fotos do jeito que eu preciso sem ser uma grande e pesada câmera profissional. E por um preço bem mais atrativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-SEfavfRzQII/TkALah4XgRI/AAAAAAAABs4/bqZy7Az4DaI/s1600/IMG_0041.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-SEfavfRzQII/TkALah4XgRI/AAAAAAAABs4/bqZy7Az4DaI/s320/IMG_0041.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Brincando com um mini tripé e a velocidade do obturador.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Quando me dei por satisfeito decidi que era hora de registrar a posição no GPS, que por sinal estava com recepção excelente. Mais um objetivo marcado, a idéia é ter a posição exata de todos os pontos altos das trilhas que sempre percorri, desde a adolescência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-6yes3E6sUnQ/TkAMgoQl_iI/AAAAAAAABtQ/4OrOIKSvVvk/s1600/IMG_0046.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-6yes3E6sUnQ/TkAMgoQl_iI/AAAAAAAABtQ/4OrOIKSvVvk/s320/IMG_0046.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O GPS registra a exata posição para marcar o lugar no mapa, em casa.&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Enquanto isso, observava o lugar. Ali por perto havia muita madeira  espalhada pelo chão, graças às ventanias que frequentemente assolam a  floresta. Uma delas daria um perfeito estilingue com muito pouco  trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-YBnv1LlyymA/TkAL9hgcTVI/AAAAAAAABtA/ByVRN0qMP1g/s1600/IMG_0052.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-YBnv1LlyymA/TkAL9hgcTVI/AAAAAAAABtA/ByVRN0qMP1g/s320/IMG_0052.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Um estilingue quase pronto para ser usado.&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Logo após o meio dia, como os objetivos principais da trilha já haviam sido cumpridos, e eu tinha obrigações sociais mais tarde, resolvi voltar para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faltando menos de dez minutos para o fim da trilha encontrei um grupo caminhando no mesmo sentido, vindo de outro lugar. Alguns adultos e crianças. Seu guia ao me ver coincidentemente disse aos pequenos que vinha um aventureiro pela mesma trilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após um bate papo rápido, ele me apresentou seus mascotes: Duas simpáticas jibóias. Achei muito legal brincar com estas criaturas. A padronagem delas é belíssima, e ao contrário do que pensava sua pele é sequinha, a sensação é realmente a de tocar um couro com textura de escamas. Foi curioso sentir os músculos e ossinhos se movendo em minha mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-VfwRDiQfGqw/TkAMBfxSoLI/AAAAAAAABtE/mP-GPrbXF9M/s1600/IMG_0057.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-VfwRDiQfGqw/TkAMBfxSoLI/AAAAAAAABtE/mP-GPrbXF9M/s320/IMG_0057.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Me diverti feito criança com as belas jibóias.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Conversamos mais um pouco, ele desenvolve um trabalho de conscientização ecológica com as crianças que moram naquela área no entorno do Parque Nacional da Tijuca, que envolve trilhas e palestras. Passei o endereço do blog para que ele pudesse me mandar um e-mail, e ficamos de trocar algumas idéias. Quando chegamos à bifurcação nos despedimos e seguiu cada qual em seu caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive tempo de pensar na experiência incrível que aquela manhã de domingo já havia me proporcionado, e em quantas pessoas perdem coisas como estas por acordarem tarde aos fins de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-129569143696881557?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/08/manha-de-domingo.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ZIbQ8PujD50/TkALZvrbpQI/AAAAAAAABs0/u_A58iczB-E/s72-c/IMG_0043.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-8973196166183807055</guid><pubDate>Mon, 18 Jul 2011 02:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-17T23:46:00.691-03:00</atom:updated><title>Caiacada frustrada e lições aprendidas.</title><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img43.imageshack.us/img43/7049/dsc01281zs.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://img43.imageshack.us/img43/7049/dsc01281zs.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Pesca com caiaque. O objetivo do grupo eram as ilhas ao fundo.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Quem acompanha minhas postagens no Twitter já reparou que o tema caiaque está em alta. Tenho me reaproximado desta atividade que era uma constante em minha rotina alguns anos atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isto estou conhecendo pessoas com o mesmo gosto pelo hobbie, que se encontram para passeios, pescarias e até mesmo expedições maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passeio que marquei foi cancelado pelo mal tempo. No segundo parecia que o tempo estaria perfeito, e estava. Mas aí entraram em cena fatores pessoais que também estragariam um belo programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na véspera da saída houve uma pequena festinha na casa da namorada,  ocasião em que não resisti ao congraçamento etílico e acabei não sendo  moderado.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noite  mal dormida, para piorar fui ultra light na hora de comer de madrugada antes de sair,  coisa que estou careca de saber que não dá certo desde meus  tempos de remador aos 16 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui assim mesmo, na cara e na  coragem, e acabei levando poucas coisas, outra atitude contrária ao que  normalmente faço em minhas aventuras. Caso tivesse um lanchinho básico  teria ficado muito melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img215.imageshack.us/img215/1609/dsc01286q.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://img215.imageshack.us/img215/1609/dsc01286q.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Preparativos finais para a caída.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-JG5-JW3cAhc/TiObAX73OHI/AAAAAAAABqg/87Ut8ffmLRc/s1600/IMG_0765.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O resultado é o adivinhado pelas  fotos postadas pelos amigos, apareço no início e depois nada, em 10 minutos remando me  veio a ressaca com toda força, enjôo danado e perda de força de quase  100%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vomitei duas vezes, e fiquei quietinho enquanto  todo mundo pescava. Estava tão lerdo que quase cochilei no caiaque,  momento em que uma marolinha sorrateira me virou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá se foram os óculos, viraram oferenda, hehehe. As demais coisas estavam bem amarradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-JG5-JW3cAhc/TiObAX73OHI/AAAAAAAABqg/87Ut8ffmLRc/s1600/IMG_0765.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-JG5-JW3cAhc/TiObAX73OHI/AAAAAAAABqg/87Ut8ffmLRc/s320/IMG_0765.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Última foto dos óculos e da câmera. Mar calmo como piscina ao fundo.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Vi  que estava realmente ruim, e devido à quase ausência de correnteza,  literalmente deitei por cima do caiaque pra dar uma descansada enquanto  não melhorava. Passaram-se longos momentos e nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esta altura tinha derivado  uns 100 metros do pessoal, que já tentava fazer contato comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrei  no Mistral novamente e fui em direção a eles, mas antes da metade bateu  o enjôo com força e vi que meu estado era realmente precário, precisava  ir para terra firme antes que não tivesse mais forças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apontei para a praia e tentei ir  moderadamente, para não provocar mais enjôos, mas não deu certo, a esta  altura não havia nada além de água para colocar para fora, cheguei a  expelir bile, foi um momento tenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caía a ficha de que apesar de  relativamente perto a praia estava fora de alcance sem ajuda. Me  imaginei ali sozinho, certamente estaria com sérios problemas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img856.imageshack.us/img856/2339/dsc01297b.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://img856.imageshack.us/img856/2339/dsc01297b.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A praia, perto mas aparentemente inacessível em minhas condições.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Foi  logo após esta hora que ouvi o motor do bote do Marcos, também do grupo, mas que não quis ir de caiaque, nos encontraria mais tarde. Vi que ele  vinha em minha direção. Os companheiros certamente avisaram a ele que eu  devia estar mal, suspeita que se confirmou quando ele me alcançou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subi  no bote, com muita dificuldade, como se pesasse 250 quilos, peguei o  cabo de 8mm que sempre levo na mochila, e o prendi com um mosquetão na proa do caiaque para ser rebocado,  ganhei uma salvadora carona até a poucos metros da margem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img851.imageshack.us/img851/5996/dsc01304n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://img851.imageshack.us/img851/5996/dsc01304n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O bote que foi minha salvação.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Dali ainda demoraria uns 30 minutos até estar com tudo arrumado no carro e voltar para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lições aprendidas/reforçadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1  - Preparação é tudo, e o tempo passa, não dá para abusar do corpo como  se tivesse 16 anos, noite mal dormida+abuso de álcool=programação  cancelada, não pode ser diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Tenho que montar um kit  bem definido para aventuras no mar, como faço em terra. Deixar para  pensar nisso na noite da véspera é cagada certa. Para complementar a falta de planejamento de equipamento, o saco  estanque que levei para a câmera estava vazando por ser antigo, e era  menor do que o necessário, ocasionando uma pane no mecanismo de retração  da lente. Em outras palavras, estou sem câmera até que compre outra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - O Mistral  não serve para pesca sem uma série de adaptações, e sua falta de encosto no assento começa a ser um verdadeiro problema para mim. Preciso definir se vale a  pena projetar soluções para ele ou partir para outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia de  um caiaque a vela com estabilizadores já era muito atrativa, agora  então ganhou força. Hoje teria me virado apesar do mal estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - A &lt;a href="http://o-aventureiro.blogspot.com/2011/06/mora-faca-prodigio-da-suecia.html"&gt;Mora&lt;/a&gt; foi no meu pescoço, pendurada em um pedaço de capa de &lt;a href="http://o-aventureiro.blogspot.com/2010/08/paracord-artigo-de-primeira-necessidade.html"&gt;paracord&lt;/a&gt;. Esta forma de carregá-la é realmente muito confortável e prática, será a oficial. Descobri ainda que ela bóia, durante a virada. Apesar do dia inteiro dentro da água salgada, ao chegar em casa não havia nenhum sinal de mancha de oxidação, prova da qualidade do aço inox Sandvik 123. Assim que entrei em casa ela foi devidamente lavada com água doce, seca e guardada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E  assim terminou um passeio que tinha tudo para ser show, com tempo  perfeito, mar calmo, de temperatura agradável e muito nítido, e  companheiros animados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recado anotado, falta compensar com outro passeio em condições ideais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez bato na tecla, segurança é algo que precisa ser posto em prática a cada dia, uma vez que você alivia algo pode dar muito errado! Não esqueça disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-8973196166183807055?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/07/caiacada-frustrada-e-licoes-aprendidas.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-JG5-JW3cAhc/TiObAX73OHI/AAAAAAAABqg/87Ut8ffmLRc/s72-c/IMG_0765.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-8855066283456861389</guid><pubDate>Tue, 05 Jul 2011 02:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-04T23:20:16.088-03:00</atom:updated><title>Passando adiante o conhecimento</title><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LblRiqmlhLM/ThJY_QSMsVI/AAAAAAAABoE/Y5S1wrDIDXU/s1600/IMG_0707.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-LblRiqmlhLM/ThJY_QSMsVI/AAAAAAAABoE/Y5S1wrDIDXU/s400/IMG_0707.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;É muito bom quando alguém manifesta interesse pelas coisas das quais gostamos, principalmente gerações mais novas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o que aconteceu algumas semanas atrás, quando o filho de uma prima me ligou, todo entusiasmado, para contar que "descobriu" uma cachoeira com o amigo dele durante uma caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mostrava na voz a mesma empolgação que eu sentia na idade dele, 15 anos, ao começar a explorar as trilhas da cidade do Rio por conta própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinha me dizer que a nova experiência tinha sido uma coisa muito maneira e que queria me acompanhar nas trilhas que eu o convidasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após conversarmos por alguns minutos, nos despedimos e eu fiquei com aquele papo na cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ri sozinho ao lembrar do ditado japonês que diz: "Quando o discípulo está pronto, o mestre aparece." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por alguns fins de semana acabei não indo para o mato, e apesar de morarmos no mesmo prédio, não nos vimos nem falamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: #274e13;"&gt;A oportunidade &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado passado fiquei pensando em uma programação que pudesse ser a trilha inaugural. Algo que pudesse servir de termômetro do interesse dele por caminhadas comigo e ao mesmo tempo de teste. Sim, porque caminhadas em dupla nem sempre são eventos livres de problemas, há tipos de pessoas que não combinam em uma trilha, e a única maneira de descobrir é testando em roteiros curtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei esperando a manhã de domingo para ver se a previsão do tempo acertava ou não, já que no feriado anterior havia falhado miseravelmente, frustrando os planos de um dia de remadas e pescaria no mar, com tudo pronto, caiaque, tralhas de pesca, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta vez a sorte estava do meu lado, quando acordei um dia com algumas nuvens mas sem chuva havia começado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolhi um roteiro e liguei para ele. A avó dizia que estava dormindo, mas poderia acordá-lo. Já havia passado das 9 horas, houve tempo o bastante para dormir. Ao ser chamado para a trilha acordou de uma vez e foi correndo se arrumar. Primeiro bom sinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após arrumar a mochila e trocar de roupa, fui encontrá-lo ainda se vestindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todo garoto que começa a fazer trilhas, não tinha nada especializado, nem vestuário nem calçado. Na falta de um tênis com solado antiderrapante, disse para escolher o mais velho, devido ao barro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partimos no meu carro rumo ao mato, conversando sobre coisas relacionadas às caminhadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #274e13;"&gt;&lt;b&gt;A trilha&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;De cara se mostrou interessado nas mais diversas coisas, de cogumelos fixados em troncos pelo chão a árvores altas na floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme subíamos eu ia passando dicas, fazendo recomendações, e reparando na maneira com que ele andava e se portava no mato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atento às minhas explicações, se mostrou particularmente impressionado quando disse que as pessoas se perdem porque deixam de reparar nas pequenas coisas que diferenciam um lugar do outro, durante o caminho, e por não ver como ele se parece na volta. Posteriormente confessou meio sem jeito que teria errado aquela curva em que falei sobre isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trilha inteira foi tranquila, sem incidentes a não ser um escorregão que ele levou um segundo após eu recomendar pisar com cautela para tomar uma ducha na cachoeira. Demos boas risadas e com certeza hoje ele está ligeiramente dolorido. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirei uma foto para a posteridade na grutinha onde passei a noite do ano novo de 1999, e contei a ele que em breve pretendo pernoitar por ali de novo, bem ao estilo bushcrafter. "Maneiro!" Foi o que ouvi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A volta foi igualmente tranquila, sem novidades até chegarmos na Lagoa Rodrigo de Freitas, quando o motor do fusca foi embolando por alguns metros até parar completamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virei para meu aprendiz de trilheiro&amp;nbsp; e disse: "Carro velho, acontece..." Ao que ele sorriu e respondeu: "É mais aventura!" É, parece que esse gostou mesmo da coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já experiente após 10 anos e muitos kms a bordo do besouro, chequei sistematicamente tudo o que poderia estar errado, e descobri que o módulo da ignição eletrônica estava com mal contato, ou querendo parar de vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reserva instalado, carro funcionando, viemos embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegarmos em casa, perguntei se ele gostou, e a resposta foi afirmativa. Disse que a partir de agora ele será avisado de minhas programações e se quiser poderá me acompanhar, ao que ele concordou prontamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #274e13;"&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fico muito feliz por poder dividir conhecimentos que demorei muito tempo para juntar, com alguém que está realmente interessado em saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contribuir na formação de um trilheiro, com consciência do que fazer e do que não fazer no mato, é algo que me deixa muito animado, e sendo família é ainda mais prazeiroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que este tenha sido o início de uma parceiria de sucesso em trilhas diversas, e que tenha conseguido plantar a sementinha do aventureiro na cabeça deste carinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-8855066283456861389?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/07/passando-adiante-o-conhecimento.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-LblRiqmlhLM/ThJY_QSMsVI/AAAAAAAABoE/Y5S1wrDIDXU/s72-c/IMG_0707.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-185431451791782349</guid><pubDate>Fri, 17 Jun 2011 03:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-17T00:10:48.297-03:00</atom:updated><title>Mora, a faca prodígio da Suécia.</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-u-T_ubYvRWs/Tfq-NwbrnpI/AAAAAAAABlU/JgFepPVYsYo/s1600/IMG_0663.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-u-T_ubYvRWs/Tfq-NwbrnpI/AAAAAAAABlU/JgFepPVYsYo/s320/IMG_0663.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Recentemente resolvi encomendar uma Mora para presentear a namorada, que nunca teve uma boa faca que pudesse ser usada nas pescarias, trilhas e até mesmo na cozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os requisitos que me levaram a esta escolha foram: Leveza, preço imbatível, excelente fio de fábrica, retenção de fio maior do que a maioria das facas comerciais e sua durabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo conhecendo a fama das pequenas notáveis, não pude imaginar que uma faca tão barata pudesse ter tanta qualidade. &lt;br /&gt;&lt;div style="color: #38761d;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt;Mas o que é a faca Mora?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Na verdade é um estilo de faca, e não um modelo ou mesmo fabricante, tradicional da Suécia. Sua lâmina de cerca de 4 polegadas de comprimento serve para diversas tarefas do cotidiano, o que não passou despercebido aos habitantes deste país, dado o sucesso desta faca nos últimos séculos. Seu famoso fio se deve à configuração Skandi Grind, que apresenta um bisel mais fino e comprido em relação às facas normais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente são vendidas por vários fabricantes, em diversos modelos, dos clássicos aos hi tech, seu preço no mercado internacional ficando situado entre os 12 e os 20 dólares, o que as torna excelentes na relação custo x benefício, e acessíveis a virtualmente qualquer trilheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Mora têm sido vistas em programas como &lt;i&gt;Dual Survival&lt;/i&gt;, onde &lt;a href="http://www.codylundin.com/"&gt;Cody Lundin&lt;/a&gt; leva seu exemplar vermelho pendurado no pescoço e o utiliza nas diversas tarefas do programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RtXn_GA5gJA/TX36AWtpaqI/AAAAAAAAJh4/1cjMqOBXjj0/s1600/Cody+Lundin+Dave+Canterbury+Dual+Survival+South+Africa+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-RtXn_GA5gJA/TX36AWtpaqI/AAAAAAAAJh4/1cjMqOBXjj0/s320/Cody+Lundin+Dave+Canterbury+Dual+Survival+South+Africa+001.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cody Lundin(com sua Mora) e Dave Canterbury em Dual Survival. Fonte: Discovery Channel.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt;A faca&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O modelo escolhido foi o Clipper, com cabo de material sintético e  borracha, e bainha também em material sintético. Sua característica mais  interessante é a própria lâmina, no excelente aço inox Sandvik123, que  apresenta fio capaz de fazer barba recém saída da fábrica, e  surpreendente retenção do mesmo, similar aos modelos em aço carbono. Sua  resistência à corrosão a torna um modelo perfeito para ambientes com  alta umidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tNX1irPpYNA/Tfq-sqQs8ZI/AAAAAAAABlY/NkjHrFFUolY/s1600/IMG_0664.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-tNX1irPpYNA/Tfq-sqQs8ZI/AAAAAAAABlY/NkjHrFFUolY/s320/IMG_0664.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Mora Clipper. Esta tem cores mais discretas, no mercado há inúmeras opções.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;A bainha é muito bem construída, retendo perfeitamente a faca mesmo nos movimentos mais vigorosos, mas liberando a mesma sem grande esforço quando se aplica pressão no lugar certo. Mais precisamente um ressalto na lateral, perto da entrada da bainha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma característica que foi notada é a relativa insegurança do passador de cinto, um mero clip que não tranca e não inspira confiança. É possível que o trilheiro venha a perder a faca durante uma caminhada por mata mais fechada ao esbarrar em alguma coisa, ou mesmo numa jornada de barco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alternativamente muitos a usam pendurada no pescoço por meio de um pedaço de corda sintética, &lt;a href="http://o-aventureiro.blogspot.com/2010/08/paracord-artigo-de-primeira-necessidade.html"&gt;paracord&lt;/a&gt; ou outra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WvGbnNxDonc/TfrBSx-x7fI/AAAAAAAABlc/BkZxqUU-i1E/s1600/IMG_0666.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-WvGbnNxDonc/TfrBSx-x7fI/AAAAAAAABlc/BkZxqUU-i1E/s320/IMG_0666.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O passador para cinto, ponto fraco de uma boa bainha. Detalhe do ressalto por meio do qual se retira a faca.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt;Testes&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Na cozinha a Mora impressiona: fatia cebolas e outros alimentos com facilidade, e sem parecer sofrer qualquer alteração no fio. Seu cabo emborrachado confere uma pega firme, mesmo com as mãos engorduradas e molhadas. Sua lâmina mesmo após algum tempo de uso e exposição a água não apresenta qualquer sinal de oxidação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-n7wbEUQ5-vw/Tfq9S0r9nPI/AAAAAAAABlQ/b6ENAAGr_Ic/s1600/Imagem+002.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-n7wbEUQ5-vw/Tfq9S0r9nPI/AAAAAAAABlQ/b6ENAAGr_Ic/s320/Imagem+002.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cebola e as fatias bem finas, obra da Mora.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-6i8B4eADKzw/TfrFFN0TzkI/AAAAAAAABlg/GXNnF43ffpE/s1600/IMG_0665.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-6i8B4eADKzw/TfrFFN0TzkI/AAAAAAAABlg/GXNnF43ffpE/s320/IMG_0665.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Aço Sandvik123, tecnologia sueca que reforça o design comprovado.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #38761d;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Recomendo a todos os que querem uma faca simples, eficente e barata a aquisição de uma Mora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer função de uma faca utilitária pequena pode ser executada com ela, sem receio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há inúmeros videos na net de verdadeiros abusos cometidos contra elas, alguns com resultados bastante surpreendentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou estudando a possibilidade de comprar outra, também inox, para uso a bordo do meu futuro caiaque, por ocasião das pescarias e demais passeios aquáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-185431451791782349?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/06/mora-faca-prodigio-da-suecia.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-u-T_ubYvRWs/Tfq-NwbrnpI/AAAAAAAABlU/JgFepPVYsYo/s72-c/IMG_0663.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-4657458627773125698</guid><pubDate>Sun, 12 Jun 2011 13:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-12T10:36:47.291-03:00</atom:updated><title>Pescaria de caiaque em Silva Jardim.</title><description>Este sábado participei de um programa muito interessante, conheci um lugar muito bonito e ainda fiz novos amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia era remar o novo caiaque de pesca duplo do organizador do programa, e pescar na Lagoa de Juturnaíba, em Silva Jardim, RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tínhamos algumas dicas recebidas em foruns e sites de pesca, e resolvemos encarar a aventura. Ainda de madrugada partimos em direção à Lagoa. Após a estrada esfaltada, haviam 13km de estrada de terra, muito boa por sinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As informações acabaram nos levando a cometer um engano, pensávamos que poderíamos todos os 5 integrantes do grupo pescar na lagoa a partir do ponto onde o carro chega, mas na verdade os pontos de pesca são mais isolados, sendo alcançados de barco, e só tínhamos um caiaque duplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após recebermos informações com os locais de que a foz do Rio São João era um destes pontos, também soubemos que havia um acesso de carro a ele. Aproximadamente meia hora depois, passados alguns pontos bem enlameados, chegamos no local indicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após uma trilha bem curta que passa por cima de uma elevação, atingimos o rio. Cenário belíssimo, nada devendo a fotos do Araguaia, Pantanal ou Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-s9IpIx3aoPE/TfQ2v5711SI/AAAAAAAABjw/vVO6STkatV0/s1600/IMG_0676.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-s9IpIx3aoPE/TfQ2v5711SI/AAAAAAAABjw/vVO6STkatV0/s320/IMG_0676.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Curva do rio São João.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp;Chegando lá, tratei de testar meu recém chegado GPS Garmin marcando a posição para futura referência e brincadeira com rotas e mapas. Devo salientar que o sistema da Garmin é como o dos celulares Nokia, intuitivo e muito simples de se usar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pusemos o caiaque na água, enquanto os outros 3 companheiros ficaram nas praias ali por perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fTRwZmFkjZE/TfQ3wn5lcFI/AAAAAAAABj4/KV0L2HVAPDc/s1600/IMG_0678.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-fTRwZmFkjZE/TfQ3wn5lcFI/AAAAAAAABj4/KV0L2HVAPDc/s320/IMG_0678.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Descendo o rio a bordo do caiaque.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Para mim foi um bom teste, já que estou considerando a compra de um modelo do mesmo fabricante, porém para uma pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caiaque realmente é muito bom, muito estável com seus 80cm de largura, possibilitou que ficássemos sentados de lado para pescar em lugares de remanso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma característica que pude perceber neste tipo de embarcação é a dificuldade de manter a proa alinhada com o rumo desejado, comparada a outros modelos de caiaque, com quilha. Como o objetivo do modelo é expedição e não grandes travessias, acho aceitável. Não se pode ter tudo, afinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paramos em alguns pontos que julgamos promissores, mas sem resultado. Para mim, que considero a pescaria apenas uma de várias etapas do programa, não foi um problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achamos melhor não descermos todo o rio, afinal com tantas informações imprecisas tudo o que nãao desejávamos era fircarmos muito longe do carro remando contra a corrente, que era bem rápida. mais tarde esta se mostrou uma sábia decisão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5fko2jgU1ls/TfQ2xxHwZKI/AAAAAAAABj0/8txjhsJwviA/s1600/IMG_0685.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-5fko2jgU1ls/TfQ2xxHwZKI/AAAAAAAABj0/8txjhsJwviA/s320/IMG_0685.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Momento de contemplação e bate papo na beira do rio.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Após muitas horas sem resultado algum, chegava a hora de retornarmos, e antes disso resolvi fazer um teste de pilotagem sozinho no caiaque. Fiquei muito bem impressionado, e a vontade de comprar o citado modelo para uma pessoa aumentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Xwz49LTVbsI/TfQ2UZBkEBI/AAAAAAAABjs/ZWl_GDZyy1c/s1600/IMG_0690.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-Xwz49LTVbsI/TfQ2UZBkEBI/AAAAAAAABjs/ZWl_GDZyy1c/s320/IMG_0690.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Me entendendo com o caiaque.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Voltamos, arrumamos todas as tralhas e partimos para casa, cansados, famintos e felizes pelo dia passado em um lugar tão belo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descida de um rio sem o barulho de um motor é deliciosa, e proporciona avistamentos de animais que se assustam facilmente. Poderia ter tirado dúzias de fotos, mas na hora estava me divertindo com as remadas e acabei não usando muito a camera. Aquele tipo de cenário é mágico, ficamos com a sensação de que precisamos marcar uma expedição a caiaque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aumentou muito minha intenção de adquirir o modelo de caiaque para uma pessoa, que apesar de ser menor e mais leve, tem maior capacidade de carga e espaço para a mesma, importante para o uso que tenho em mente para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em casa pude jogar as coordenadas registradas na beira do rio no PC e analizar no mapa onde estávamos. Uma rápida criação de rota me mostrou que estávamos a 14km da foz do rio, ou seja, ainda bem que não descemos até a lagoa, ou não teríamos a menor condição de subir de volta no mesmo dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A área está situada 16 metros acima do nível do mar, o que explica a forte correnteza do rio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como previa, gostei da interação mapa/GPS/PC, agora o registro de minhas andanças será mais preciso e completo. Preciso conhecer meu aparelho melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lagoa, apesar de promissora, ficou para uma próxima ida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também para uma próxima oportunidade, ficou a demonstração de algumas técnicas de bushcraft, assunto que interessou o dono do caiaque desde o início do planejamento do passeio. Pode ser o embrião de um acampamento às margens de um rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aguardem novas aventuras embarcado, para breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-4657458627773125698?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/06/pescaria-de-caiaque-em-silva-jardim.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-s9IpIx3aoPE/TfQ2v5711SI/AAAAAAAABjw/vVO6STkatV0/s72-c/IMG_0676.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-366994188508693826</guid><pubDate>Tue, 31 May 2011 00:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-30T21:41:51.278-03:00</atom:updated><title>4 itens que incrementarão a cozinha de trilha do aventureiro.</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-TNZwz4wiRmI/TeQ5IUHH8eI/AAAAAAAABjE/1ddr3amKy2Y/s1600/IMG_0672.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNZwz4wiRmI/TeQ5IUHH8eI/AAAAAAAABjE/1ddr3amKy2Y/s320/IMG_0672.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começarei a postar, não necessariamente em ordem, uma série mostrando como fazer a cozinha de trilha escapar da velha fórmula macarrão instantâneo/sopa de pacote, quase uma unanimidade entre os mochileiros e campistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isto contarei com o apoio da minha namorada, cozinheira de mão cheia, que não costuma seguir fielmente receitas, preferindo seguir o faro e a intuição. Ela será de fundamental importância para o desenvovimento e testes de receitas simples mas gostosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um pouco de imaginação e capacidade de adaptação, muitas receitas de casa podem ser feitas na trilha, elevando consideravelmente o moral dos envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isto, basicamente contaremos com 4 ingredientes: Sal, açúcar, Fondor e Grill. Estes simples temperos permitem que se prepare carnes, peixes, massas, sopas, chás e até pipoca. O Grill é mais específico para carnes vermelhas, já o Fondor é o bombril dos temperos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acondicionados em simples e eficientes potinhos de tempero com tampa de rosca, eles irão na mochila e ajudarão a temperar e incrementar pratos nos acampamentos ou mesmo trilhas curtas, sem acrescentar muito peso ou volume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tmNcnpRvyt8/TeQ1ZsWk2tI/AAAAAAAABjA/5UFXvKkP-u4/s1600/IMG_0670.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-tmNcnpRvyt8/TeQ1ZsWk2tI/AAAAAAAABjA/5UFXvKkP-u4/s320/IMG_0670.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Embalagens boas para impedir a entrada de umidade.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&amp;nbsp; Estes, em especial, são feitos com garrafas PET não infladas, e são perfeitamente seguros e resistentes para a trilha. Com seus conteúdos anteriores devidamente gastos, basta uma boa lavagem e remoção do rótulo original para que os novos conteúdos sejam colocados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QFmAoxBarLQ/TeQ0qNSwAzI/AAAAAAAABi8/6eAM8kPgyls/s1600/IMG_0671.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-QFmAoxBarLQ/TeQ0qNSwAzI/AAAAAAAABi8/6eAM8kPgyls/s320/IMG_0671.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Rotuladas para impedir confusão.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Importante lembrar de não deixá-los cheios por muito tempo, mais vale renovar os temperos periodicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se esta prévia despertou seu interesse, fique atento para a série gastronômica do aventureiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-366994188508693826?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/05/4-itens-que-incrementarao-cozinha-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-TNZwz4wiRmI/TeQ5IUHH8eI/AAAAAAAABjE/1ddr3amKy2Y/s72-c/IMG_0672.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-1697829305361308434</guid><pubDate>Mon, 23 May 2011 03:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-23T00:03:25.777-03:00</atom:updated><title>O kit de sobrevivência</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-E9gKa1m5RkQ/TdnNf0-t7VI/AAAAAAAABi4/hT7679S7uxs/s1600/IMG_0662.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-E9gKa1m5RkQ/TdnNf0-t7VI/AAAAAAAABi4/hT7679S7uxs/s320/IMG_0662.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Evito usar o termo kit de sobrevivência, porque remete a algo fixo e bom para todas as situações, o que está errado. Os itens levados dependem da região, da atividade a ser praticada e até mesmo do meio de locomoção usado. Portanto, o meu "kit" consiste de alguns itens fixos e outros que variam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo frequentemente&amp;nbsp; pessoas carregando kits em latinhas com tudo em redundância, na verdade uma versão miniaturizada de seus equipamentos de uso regular, como se pudessem perdê-los sem perder o kit junto. Alguns chegam a carregar o mesmo peso do resto do equipamento nestes kits.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que elas não percebem é que seu equipamento, com o conhecimento de como usá-lo é todo o kit de que precisam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos uma descrição do básico para a sobrevivência em ambiente selvagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;Abrigo - Vai depender da região em que se está viajando, geralmente em selva uma boa cobertura e rede são a melhor pedida, em campo ou montanha uma boa barraca e saco de dormir podem proporcionar noites muito confortáveis mesmo em tempo ruim. Particularidades dependerão das preferências individuais. Se o programa for um camping offroad não há porque não montar um excelente acampamento base.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recipiente para coleta/purificação/armazenamento de água - O ambiente novamente ditará as regras, quanto mais quente mais água será necessária. O recipiente também é escolha de cada um, um cantil militar, camelback, garrafinhas esportivas ou mesmo garrafas PET podem ser usadas para armazenamento de água, porém alguns deles facilitam o trabalho por permitirem executar duas funções, um bom exemplo são garrafas de aço inox que podem ir ao fogo, purificando água por fervura diretamente no recipiente onde ela ficará armazenada. Minha escolha nesta área recai no cantil militar, com o kit completo que consiste em cantil, caneco, base fogareiro e capa do cantil, onde todo o kit vai guardado. Em caso de expedição a locais com pouca água é necessário transportar grandes recipientes, e planejamento adequado é essencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fogo - Algum equipamento para acendimento de fogo, ou até mais de um é essencial mesmo em climas mais amenos, já que o fogo proporciona aquecimento, preparo de comidas e purificação de água. Aqui a escolha é basicamente questão de preferência, partindo do pressuposto que o trilheiro domina o método escolhido, seja ele fogo por fricção, faíscas, método químico, eletricidade,&amp;nbsp; radiação solar ou mesmo isqueiros modernos .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lâminas - Outro item onde em grande parte o gosto pesa na decisão. Regiões de selva geralmente beneficiam lâminas maiores como facões, enquanto regiões áridas podem ser exploradas com segurança carregando apenas uma faca, mas não há regras estritas a serem seguidas, tudo depende da habilidade de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Navegação - Uma boa bússola e o conhecimento geral da região em que se está permite que se procure a civilização em caso de emergência. Um GPS também pode ser uma boa ferramenta, mas por ser um equipamento eletrônico é relativamente frágil, e suas pilhas acabam, logo, não deve ser a única forma de localização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acima de tudo, o que realmente importa é deter o conhecimento a respeito das necessidades básicas em regiões selvagens, o estudo de técnicas primitivas sendo uma tremenda ferramenta para todos que se aventuram na natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se: A capacidade de improvisação faz mais para o aventureiro do que uma tonelada de equipamento nas costas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Bushcraft nos ensina que quanto mais se sabe, menos se carrega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-1697829305361308434?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/05/o-kit-de-sobrevivencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-E9gKa1m5RkQ/TdnNf0-t7VI/AAAAAAAABi4/hT7679S7uxs/s72-c/IMG_0662.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-5854907267824380674</guid><pubDate>Tue, 03 May 2011 23:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-03T20:51:56.808-03:00</atom:updated><title>Feather Sticks. Maximizando as chances de acender sua fogueira.</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vDoYx5f63RM/TXzyaTGzdFI/AAAAAAAABc8/DEQhVDPOrN8/s1600/IMG_0701.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-vDoYx5f63RM/TXzyaTGzdFI/AAAAAAAABc8/DEQhVDPOrN8/s320/IMG_0701.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Esta é uma técnica bastante utilizada na Europa e nos Estados Unidos, e visa aumentar as chances de começar um fogo em condições de neve, onde nem sempre se pode recolher material miúdo. Seu nome deriva da aparência dos pedaços de tronco, lembrando penas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Primeiramente escolhemos pedaços de tronco que sejam passíveis de partirmos em 4. De preferência usaremos dois ou mais, conforme veremos mais tarde.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mJkgHXb62l0/TXzx8kSglwI/AAAAAAAABcg/W_nEbNHKDAU/s1600/IMG_0697.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-mJkgHXb62l0/TXzx8kSglwI/AAAAAAAABcg/W_nEbNHKDAU/s320/IMG_0697.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Removemos toda a casca para que sequem mais rápido.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Partimos ao meio e depois partimos as metades novamente ao meio. Cada uma delas será um feather stick.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-UbvKrYGMVkA/TXzx85Xyu9I/AAAAAAAABck/nkih8qD_fgc/s1600/IMG_0698.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-UbvKrYGMVkA/TXzx85Xyu9I/AAAAAAAABck/nkih8qD_fgc/s320/IMG_0698.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Batendo na faca com um toco partimos nosso galho com precisão.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Pegamos um dos quartos e separamos os outros. Neste ponto é essencial que a faca esteja bem afiada. Se for preciso, usamos a pedra de amolar para algum retoque no fio antes de prosseguirmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Agora, apoiando um lado no chão e segurando o outro, passamos a faca de cima para baixo em ângulo bem fechado por uma das quinas, com fimeza e sem trancos. Com isso geramos lascas bem finas que vão se enrolando conforme descemos. Não podemos cortar até o final, pois assim elas se desprenderiam do tronco, o que não desejamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-x9iCQ3MT3AE/TXzyOXP797I/AAAAAAAABc0/PmUxY1Oi02k/s1600/IMG_0700.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-x9iCQ3MT3AE/TXzyOXP797I/AAAAAAAABc0/PmUxY1Oi02k/s320/IMG_0700.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;As raspas são nosso objetivo.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Continuamos produzindo lascas até que a quina esteja reta, quando então giramos o bastão e prosseguimos na próxima quina.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Rapidamente o &amp;nbsp;bastão ficará revestido destas lascas, que parecerão feitas por plainas. Este é o feather stick.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Agora repetimos o processo com os outros pedaços, depois basta acendê-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #274e13;"&gt;&lt;b&gt;Importante&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A posição mais cômoda e eficaz é com o braço esticado, usando o ombro para forçar o corte. Com isso ganhamos consistência em todas as lascas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Se o ângulo de corte for aberto as lascas ficam grossas, não podendo ser acesas com o método da faísca, mas ainda sendo boas para o uso de fósforos. De toda forma, é prudente tentarmos produzir as lascas mais finas que pudermos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;As lascas, por acenderem-se facilmente, não duram muito tempo queimando, não sendo capazes nem mesmo de incendiar os troncos aos quais se prendem, razão pela qual devemos fazer um maior número de feather sticks. Ao acendermos o primeiro adicionamos os outros para gerar um fogo passível de ser alimentado por gravetos maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A madeira utilizada determinará o grau de dificuldade de execução desta técnica. Algumas são difíceis de rachar uniformemente, outras não queimam bem. Novamente afirmo que é importante tentarmos estudar as árvores da região em que excursionamos, para que possamos sempre selecionar o tipo certo de madeira para cada utilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O pedaço usado em nosso exemplo rachou mal e gerou lascas pouco uniformes, e só acendeu após vários minutos de tentativas com o Ferro Rod, o que só reforça o parágrafo anterior. Por esta razão, o momento dos feather sticks queimando não foi registrado em fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #274e13;"&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A explicação por trás da técnica é simples. Ao racharmos a madeira em 4 expusemos suas partes mais secas, e ao cortarmos estas regiões em fatias finas, diminuímos a quantidade de calor necessário para sua combustão, daí a possibilidade de acendermos com faíscas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Conhecendo várias maneiras de fazer uma mesma coisa aumentamos nossas chances de sucesso, e esta é mais uma técnica útil no baú de conhecimentos de qualquer trilheiro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-5854907267824380674?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/05/feather-sticks-maximizando-as-chances.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-vDoYx5f63RM/TXzyaTGzdFI/AAAAAAAABc8/DEQhVDPOrN8/s72-c/IMG_0701.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-7866084767878692113</guid><pubDate>Thu, 28 Apr 2011 23:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-28T20:20:23.926-03:00</atom:updated><title>Um episódio surpreendente com final feliz e surpresas.</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HKoGJ2yVnf8/Tbn0s2JhpDI/AAAAAAAABhc/S_D83epuSS0/s1600/IMG_0850.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-HKoGJ2yVnf8/Tbn0s2JhpDI/AAAAAAAABhc/S_D83epuSS0/s320/IMG_0850.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Todos que me conhecem sabem que não sou de poupar equipamentos, se tenho é para usar. Isto inclui minhas facas, mesmo as mais caras custom, o que assusta alguns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em consequência disso, recentemente danifiquei o fio da minha bowie, em uma ocasião em que eu &lt;b&gt;realmente&lt;/b&gt; abusei dela, me esquecendo de que não é um machado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contatar o &lt;a href="http://jhc.callega.com/"&gt;Callegari&lt;/a&gt;, ele imediatamente pediu para que lhe enviasse a faca, a fim de estudar as prováveis causas do incidente, razão pela qual ela ficou temporariamente de fora dos posts.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma amostra de sua honestidade, antes mesmo de vê-la se ofereceu para trocar por alguma pronta em seu site, se fosse meu desejo. Obviamente recusei, só me interessava ter minha faca de volta em ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após constatar que o dano havia sido apenas na parte externa do fio, me tranquilizou e reparou prontamente a faca, para isso diminuindo um pouco a barriga da lâmina perto da ponta, o que não afetou em nada seu desempenho, e curiosamente, a tornou ainda mais parecida com as bowies que ele costumeiramente fabrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fio veio literalmente de fazer barba, e os menos detalhistas nem perceberão a diferença no contorno da lâmina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora tente imaginar este tipo de tratamento vindo de uma empresa de cutelaria industrial. Aqui no Brasil ainda é impossível. Mas não acaba aí...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jean callegari novamente demonstrou seu caráter após ter enviado a faca de volta, quando indagado quanto devia pelo serviço, me respondeu que nada, ele quem me devia, e ainda emendou dizendo que dentro da caixa haveria uma pequena compensação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para minha surpresa, ao abri-la constatei que ele havia me presenteado com uma pequena faca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_ijRBPLQfu4/Tbn1Lg19qII/AAAAAAAABhg/qC76ief0O88/s1600/IMG_0848.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-_ijRBPLQfu4/Tbn1Lg19qII/AAAAAAAABhg/qC76ief0O88/s320/IMG_0848.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Sharp Finger, a topa tudo do velho oeste.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma Sharp Finger, clássica utilitária usada na época do velho oeste por pioneiros e desbravadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu desenho inusitado se mostra muito inteligente pois encaixa perfeitamente na mão, dando muita firmeza e precisão nos cortes, o que justifica o sucesso numa época em que as coisas antes de tudo tinham que funcionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua lâmina é forjada a partir de um pedaço de mola de suspensão da kombi em que Leonel Brizola fugiu para o Uruguai na década de 60, um detalhe curioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cabo é de celeron, material sintético extremamente resistente, diria indestrutível para o emprego na cutelaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bainha, em couro, foi feita se aproximando ao estilo da bainha da bowie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz sentido, duas facas de desenho clássico compartilhando o desenho das bainhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desnecessário dizer que estou ansioso para cair no mato com ambas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-7866084767878692113?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/04/um-episodio-surpreendente-com-final.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-HKoGJ2yVnf8/Tbn0s2JhpDI/AAAAAAAABhc/S_D83epuSS0/s72-c/IMG_0850.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-7537703102741306864</guid><pubDate>Tue, 12 Apr 2011 17:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-12T14:32:59.014-03:00</atom:updated><title>O bastão de caminhada do aventureiro.</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-OVgtDC9am3o/TaSG5l9liEI/AAAAAAAABgA/VV7JAoLfjfM/s1600/IMG_0829.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-OVgtDC9am3o/TaSG5l9liEI/AAAAAAAABgA/VV7JAoLfjfM/s400/IMG_0829.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O conceito de bastão de caminhada é conhecido e utilizado desde os primórdios da humanidade, sendo mais comumente chamado de cajado. Seu sucesso se deve a uma série de razões. Proporcionam apoio em longas viagens, fornecem proteção contra animais, ajudam a alcançar frutos em árvores e pastorear gado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em tempos modernos o bastão sofreu mudanças na utilização e também na forma, passando de longo e feito de galhos de árvores a curto e sintético, à semelhaça de bastões de ski. Alguns possuem como assessório um adaptador com rosca para fixação de câmeras digitais, para servirem de monopé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Apesar destas tendências tecnológicas, o antigo cajado ainda encontra fãs, e entre os praticantes de bushcraft ele ainda domina o cenário. São muitas as razões que levam os puristas a optarem pelo bastão simples. A relação com o equipamento é totalmente diferente, pois envolve a escolha da madeira, a seleção e corte do pedaço correto e em muitos casos algum nível de personalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Foi com este espírito primitivista que, seguindo dicas dos moradores da região, decidi fazer meu bastão com um galho de pitangueira! Me surpreendi com a quantidade de galhos praticamente retos, bem como com sua densidade e resistência. Não demorou para que tivesse achado o galho que considerava ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #274e13;"&gt;&lt;b&gt;O processo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-1-OhxST0F5o/TXz084_cxsI/AAAAAAAABds/iwPTr-gpJQU/s1600/IMG_0858.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh4.googleusercontent.com/-1-OhxST0F5o/TXz084_cxsI/AAAAAAAABds/iwPTr-gpJQU/s320/IMG_0858.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Munido de minha serra Gerber, cortei o galho desejado e o removi da árvore.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-eNWEQIxK-2g/TXz0aiDjXxI/AAAAAAAABdc/1MNR6TedFGo/s1600/IMG_0863.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://lh6.googleusercontent.com/-eNWEQIxK-2g/TXz0aiDjXxI/AAAAAAAABdc/1MNR6TedFGo/s320/IMG_0863.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Em seguida me pus a cortar os galhos menores, que saíam do principal.&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="" style="clear: both; color: black; text-align: left;"&gt;Em seguida cortei o bastão no tamanho desejado. Este momento não foi registrado em foto.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-S5aRuGQR-Os/TXz0oRH3PII/AAAAAAAABdg/uQ6sYUU62mU/s1600/IMG_0871.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh5.googleusercontent.com/-S5aRuGQR-Os/TXz0oRH3PII/AAAAAAAABdg/uQ6sYUU62mU/s320/IMG_0871.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Descascar o galho foi fácil, pois a casca é fina e se desprende com facilidade, revelando uma madeira bem lisa.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-Ci6vTOVCb0M/TXz0E1co57I/AAAAAAAABdQ/tW0iKiA_ziA/s1600/IMG_0878.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://lh4.googleusercontent.com/-Ci6vTOVCb0M/TXz0E1co57I/AAAAAAAABdQ/tW0iKiA_ziA/s320/IMG_0878.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Detalhe da casca sendo removida.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-z-XzxurEJcE/TXz01w8LoPI/AAAAAAAABdo/W5lgQ_7n6tE/s1600/IMG_0909.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://lh3.googleusercontent.com/-z-XzxurEJcE/TXz01w8LoPI/AAAAAAAABdo/W5lgQ_7n6tE/s320/IMG_0909.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A próxima etapa foi acertar os nós e os trechos cortados, para isso  contei com a EDC e para acabamento com o facão, mais precisamente a  parte nas costas de que trato&amp;nbsp;&lt;a href="http://o-aventureiro.blogspot.com/2011/02/uma-modificacao-no-facao-e-mais-uma.html"&gt;neste post&lt;/a&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Após considerar esta etapa encerrada, guardei o bastão em local seco, deitado, para secagem da madeira, que demorou aproximadamente 30 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Curiosamente, a seiva de coloração arroxeada havia passado para o exterior da madeira na fase de secagem, tingindo a mesma e mantendo certa umidade. Resolvi este problema novamente com o dorso do facão, raspando cuidadosamente a fina camada que recobria a madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já de volta em casa, fiz o acabamento com duas demãos de óleo de linhaça, que protege a madeira de umidade e insetos. Aguardei 24 horas entre elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9Bur4xMe4_w/TY89fMr8h6I/AAAAAAAABfg/S0vHBMJ2P6s/s1600/IMG_0819.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-9Bur4xMe4_w/TY89fMr8h6I/AAAAAAAABfg/S0vHBMJ2P6s/s320/IMG_0819.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A madeira após as aplicações de óleo de linhaça.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O acabamento ficou muito bom, e a aparência do bastão não poderia ser melhor. Bastante reto porém sem perder o charme de galho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PZoNAy_N_D0/TY89arq5ZTI/AAAAAAAABfc/NKhw-BFWIq0/s1600/IMG_0818.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-PZoNAy_N_D0/TY89arq5ZTI/AAAAAAAABfc/NKhw-BFWIq0/s320/IMG_0818.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Bastão pronto para muitas aventuras.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Se você deseja um bastão com identidade própria como o meu, vá em frente, olhe com cuidado a região onde costuma fazer trilhas, e certamente achará um que se enquadre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-7537703102741306864?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/04/o-bastao-de-caminhada-do-aventureiro.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-OVgtDC9am3o/TaSG5l9liEI/AAAAAAAABgA/VV7JAoLfjfM/s72-c/IMG_0829.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-7372237161396982078</guid><pubDate>Sat, 09 Apr 2011 12:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-14T21:13:10.916-03:00</atom:updated><title>Por que se preparar?</title><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-exRCnT-9_n8/TaBLCtkwBoI/AAAAAAAABf8/fvnB-BtW6uU/s1600/Enchente+Ca%25C3%25AD+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="228" src="http://4.bp.blogspot.com/-exRCnT-9_n8/TaBLCtkwBoI/AAAAAAAABf8/fvnB-BtW6uU/s320/Enchente+Ca%25C3%25AD+1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Imagem: Google.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Muitas pessoas me perguntam qual a razão de treinar para agir em casos de emergência se algumas delas não pretendem se aventurar em regiões selvagens. Ou ainda por que pensar em estocar mantimentos se a cada esquina existem mercados e lojas com os artigos de maior necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta é sempre a mesma: Porque nunca se sabe em que momento uma emergência virá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eventos recentes, no Brasil e no exterior nos mostram que fenômenos naturais violentos são uma realidade, e mesmo nações preparadas para encará-los sofrem pesadamente quando as proporções são grandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nações que se dedicam a planejamentos estratégicos e ações de conscientização popular e prevenção e contenção de acidentes podem parecer reféns da natureza, o que esperar de países e pessoas que não se preparam mínimamente para o pior?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante lembrar que não são necessários eventos cataclísmicos para desestruturar nosso modo de vida. Um alagamento, ou mesmo a interrupção de fornecimento de energia elétrica podem afetar severamente os moradores de uma determinada região, caso em que as prateleiras de mercados se esvaziam rapidamente, e o caos se instala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos se recusam a crer, mas nossa máscara social se baseia em bases frágeis, basta uma pequena mudança no fornecimento de necessidades básicas para que as convenções sociais caiam por terra, e a natureza selvagem do homem se revele. Episódios bem documentados de saques, desespero e violência na passagem do furacão Katrina e outros eventos são provas disso. Muitas vezes, a atitude mais segura é ficar em casa e aguentar até que a situação melhore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pretendo com isso sugerir que todos se transformem em paranóicos, estocando largas quantidades de comida e suprimentos em geral, nem tampouco que deixem de viver a vida esperando o pior. Mas assim como temos extintores de incêndio em nossos carros para o caso de uma necessidade, um pouco de preparação e reserva para outras emergências não fazem mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo trivial mas que vejo no dia a dia é que devido à relativa estabilidade da rede elétrica no Rio de Janeiro nos últimos anos, muitas pessoas deixaram de estocar lanternas, pilhas e as tradicionais velas em suas casas. Os apagões como os recentemente acontecidos as pegam de surpresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu próprio prédio foi um dos casos. Superconfiantes com a estabilidade do fornecimento de energia elétrica, os síndicos em determinado período recente não se preocuparam com a confiabilidade das poucas luzes de emergência instaladas, e não forneceram lanternas nem pilhas aos porteiros. Por 3 vezes nos últimos apagões fui ajudá-los com minhas lanternas a executar as tarefas mais básicas, como abrir o portão da garagem, e a portaria social, além de ajudar alguns moradores que foram pegos de surpresa na escadaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que este exemplo nos mostra? De um prédio grande, com quase 100 apartamentos, um único morador estava realmente preparado para uma eventual falta de luz. Imaginem se o caso fosse mais grave? Após conversar com o síndico, foi feita uma revisão na estratégia de emergência do prédio, e agora as luzes de emergência funcionam, e estão melhor distribuídas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos a outra possibilidade. Na década de 90 houve aqui na cidade do Rio um problema com o fornecimento de gás. Não me recordo exatamente o motivo mas por cerca de uma semana o bairro de Botafogo ficou absolutamente sem gás. O que vi foi uma corrida para as lojas de ferragens em busca de todo tipo de fogareiro, já que ninguém tinha em casa um meio alternativo de cozinhar(microondas eram raridade) e os restaurantes também não podiam fornecer comida. Presenciei na loja de um tio um fogareiro a querosene jacaré, então com mais de 20 anos, ser quase leiloado entre compradores, pois todos os outros mais modernos haviam se esgotado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos lá, passados 20 anos, o que mudou? Quantas pessoas consideram a possibilidade de algo dar errado no abastecimento de gás? Em casa, além do fogareiro Super Tuna, tenho 2 fogareiros pequenos, que funcionam a base de cartuchos de butano. E sempre no mínimo um cartucho cheio para cada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 15 anos atrás, quando só tinha um destes fogareiros, tive que usá-lo para socorrer um almoço fadado ao fracasso. Meus pais haviam marcado na casa de amigos um arroz de polvo, só que na hora de prepará-lo o fogão fornecia uma ridícula chama, que lembrava o fim de botijão. Corri em casa e peguei meu fogareiro e o cartucho novo que o acompanhava. Chegava a ser engraçado aquele fogareiro minúsculo sustentanto uma panela com comida para 10 pessoas. Os olhares de incredulidade se tranformaram em admiração quando o almoço ficou pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no tema alimentação,&amp;nbsp; temos outro ponto interessante. A distribuição atual de supermercados, padarias e outros tipos de comércio nas grandes cidades facilita a vida a tal ponto que conheço pessoas que não compram comida sequer para uma semana, pois qualquer necessidade basta ir na esquina comprar. Acontecendo qualquer eventualidade que os coloque em situação de emergência serão forçados a correr em desespero para os mercados tentando comprar suprimentos, e talvez não encontrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me lembra do caso da gripe aviária, em que as autoridades recomendavam que a população evitasse sair de casa por medo de contaminação, e estas mesmas pessoas forçosamente se arriscavam pois havia a necessidade regular de irrem fazer compras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para finalizar, um exemplo ainda mais simples. Kit de primeiros socorros. Em muitos lares não há sequer o mínimo para cuidar de ferimentos passíveis de acontecer na cozinha, como cortes e queimaduras. Já vi empresas que sequer band-aids tinham, e seus funcionários trabalhavam com estiletes e outros objetos corriqueiramente. Isso significa risco de pequenos acidentes e preparação zero para encará-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças a esta constante mentalidade de que nada é estável e emergências podem acontecer em qualquer lugar e hora, mantenho um esquema mínimo de preparação, que já me ajudou em diversos momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante observar que os países mais desenvolvidos mantém os melhores programas de planejamento estratégico em casos de emergência. Certamente não é por falta de conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense nisto. Como dizem nos EUA, &lt;i&gt;stay safe&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vejo na trilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-7372237161396982078?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/04/por-que-se-preparar.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-exRCnT-9_n8/TaBLCtkwBoI/AAAAAAAABf8/fvnB-BtW6uU/s72-c/Enchente+Ca%25C3%25AD+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8014284681173657127.post-1213772961810830879</guid><pubDate>Sat, 02 Apr 2011 10:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-02T07:39:12.172-03:00</atom:updated><title>Testando o Canteen Stove da Canteen Shop</title><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bA0IgXJAgfc/TXzvwGwucyI/AAAAAAAABcE/uNZzQ3Ak5kQ/s1600/IMG_0687.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-bA0IgXJAgfc/TXzvwGwucyI/AAAAAAAABcE/uNZzQ3Ak5kQ/s320/IMG_0687.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Conforme contei via twitter, recentemente adquiri nos EUA, na&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.canteenshop.com/"&gt;Canteen Shop&lt;/a&gt;,&amp;nbsp; uma base-fogareiro para o caneco do cantil militar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Feito de inox para resistir à temperatura da chama, ele pode ser usado com pequenos pedaços de lenha, ou com diversos combustíveis sólidos, aqui no Brasil a solução mais comum são as pastilhas de álcool sólido usadas para acender churrasqueiras, e uma solução caseira seria o uso de bolas de algodão embebidas em parafina.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A genialidade do conceito é não usar mais espaço do que o próprio cantil com caneco usaria, pois ele é desenhado para encaixar no caneco, que por sua vez encaixa no cantil e todo o conjunto vai dentro do porta cantil militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-J86K4hHU4mU/TXzvtfowNEI/AAAAAAAABcA/EQ8DFnY99m8/s1600/IMG_0686.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-J86K4hHU4mU/TXzvtfowNEI/AAAAAAAABcA/EQ8DFnY99m8/s320/IMG_0686.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Todo o kit dentro do porta cantil.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #274e13;"&gt;&lt;b&gt;Os testes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Usando o método de &amp;nbsp;lenha, consegui bons resultados, mas para acelerar o processo, ao invés de apenas usar pequenos gravetos inseridos na fenda existente na base, criei uma fogueira de pequenas proporções à sua volta também. Com isso o tempo de fervura foi reduzido para cerca de 3 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-CLpZxwkHVOA/TXzv9LSvX0I/AAAAAAAABcM/7A7ek_GwS6I/s1600/IMG_0703.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-CLpZxwkHVOA/TXzv9LSvX0I/AAAAAAAABcM/7A7ek_GwS6I/s320/IMG_0703.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Gravetos acesos.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3gwEp0hdvts/TXzwK2cSMII/AAAAAAAABcY/HtCmk3ipzPQ/s1600/IMG_0705.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-3gwEp0hdvts/TXzwK2cSMII/AAAAAAAABcY/HtCmk3ipzPQ/s320/IMG_0705.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Mais lenha em volta.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-eyc1tr00LyQ/TXzwMdJt-TI/AAAAAAAABcc/4yM0qETY1u0/s1600/IMG_0707.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-eyc1tr00LyQ/TXzwMdJt-TI/AAAAAAAABcc/4yM0qETY1u0/s320/IMG_0707.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Água fervida.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zk-W42GpviU/TXzvsHxTbAI/AAAAAAAABb4/thPkUqDnX00/s1600/IMG_0708.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-zk-W42GpviU/TXzvsHxTbAI/AAAAAAAABb4/thPkUqDnX00/s320/IMG_0708.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Miojo garantido.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #274e13;"&gt;&lt;b&gt;A conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Para quem usa o cantil modelo militar, certamente vale o investimento no resto do kit, pois se torna mais uma possibilidade de preparo de comida quente no mato, sem pesar demasiadamente ou aumentar o volume. Esta base já faz parte do meu kit de uso constante.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Te vejo na trilha!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014284681173657127-1213772961810830879?l=www.oaventureiro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.oaventureiro.com.br/2011/04/testando-o-canteen-stove-da-canteen.html</link><author>noreply@blogger.com (Andre Miranda)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-bA0IgXJAgfc/TXzvwGwucyI/AAAAAAAABcE/uNZzQ3Ak5kQ/s72-c/IMG_0687.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>18</thr:total></item></channel></rss>
